[Intro] Em C G° B7Em C G° B7Em C Um setembro estendido, uma várzea alagadaG° Em Uma saudade gateada, um sinuelo pra tropaE° F#° Em O vento se topa no meio da chuvaC B7 E os olhos de turvam na tarde lobunaEm C Um setembro chuvoso, um cusco teimosoG° Em Espantando tropilha na várzea compridaE° F#° Em E a porteira da frente, onde o baio se vemC B7 Prenunciando tormenta pra judiar o azevémG D7 Que setembro botado, a tropilha se espantaB7 Em E a voz que só canta assim num chamadoC G Reunindo o gado na volta das casaB7 Em Num tranco de água que desce do céuG D7 Campeiros regressam de lombo lavadoB7 Em De poncho encharcado, de faces surradasC G De almas cansadas, sem causos prum mateB7 Em Na volta do catre cantando milongaB7 Em Em D7 C B7 Num tranco de água que desce do céuEm Em D7 C B7 Na volta do catre cantando milongaEm Só pra cantar umas milongas( Em C G° B7 )( Em C G° B7 )Em C Um setembro gaúcho, o aguaceiro descendoGº Em E o campo querendo uma trégua da águaE° F#° Em Na várzea alagada o gado se atracaC B7 Num compasso de pata campeando o capãoEm C Um setembro crescente, um rodeio pra criaG° Em Novilhada vazia é tempo de entourarE° F#° Em É do campo o sustento e do gado tambémC B7 Pra alma dos home e pros dias que vêm
Setembros
Abramo Machado e Felipe Araujo
- B7
- C
- D7
- Em
- E°
- F#°
- G
- G°
- Gº
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