Um Bagual Corcoveador

Alma de Campo

  • A
  • B7
  • E
Tom:
Intro 2x: E B7 E
E B7 A tropa vinha estendida pastando no corredor
E Eu empurrava a culatra também fazia o fiador
B7 Num bagual gordo e delgado arisco e corcoveador
E Que se assustava da estaca e da sombra do maneador
( E B7 E ) (2x)
B7 É braba a vida dum taura que só trabalha de peão
E Nisso uma lebre dispara debaixo dum macegão Meu pingo só deu um coice
B7 escondendo a cara nas mãos
E Saiu sacudindo o toso e cravou o focinho no chão
A E A (Tentiei levantar no freio mas era tarde demais
B7 E B7 E Eu via uma poeira fina formando nuvens pra trás
A E A Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de lá
B7 E B7 E Parecia uma tormenta cruzando em Massambará)
( E B7 E ) (2x)
B7 Se enganchava nas esporas sobre a volta do pescoço
E Cortando couro com pêlo e tirando lascas de osso
B7 Naquele inferno danado bombiei pro meu cebolão
E Regulava quatro e pico numa tarde de verão / (Tentiei levantar no freio ...)
B7 /Senti a força do vento me arrancando dos arreios
E E aquele bicho parecia que ia se rasgar no meio
B7 Deixei manso e de confiança montaria de patrão Pois honro o nome que carrego
E me orgulho de ser peão/ (Tentiei levantar no freio ...)
Informações da música

Composição: João Sampaio, Quide Grande e Walther Morais

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