D Que triste sorte é a minhaA7 O lobo comeu meu galoG Uma cobra venenosaA7 D Mordeu, matou meu cavaloD7 Deu doença no meu porcoG Coitado esticou o taloD Caí da torre da igrejaA7 D A7 D A7 D Quando eu fui puxá o badaloD A7 -Sera que nois nao imbiroca uma dento?D - Vai ser azarado la dianteD Um bando de capivaraA7 Levou meu arroz à eitoG O vento quebrou o mioA7 D O tatu passou no peitoD7 Tento fazer bão negocioG No fim sai tudo mar feitoD Até o purgante que eu tomoA7 D A7 D A7 D A7 D A7 D A7 D A7 D Danado não faz efeito - Desse jeito nao tem cueca que aguenta né antonio - Ce ta doido, bebe esses purgante brabo e depois fica aquele Enchame de abeia atras da gente, aquelas abeia perneira né?D Minha muié é bonitaA7 Que parece uma bonecaG Mas ela deixou de mimA7 D Fugiu com um home carecaD7 Eu guardei um dinheirinhoG Pra comprá uma bicicletaD O ladrão roubou o dinheiroA7 D A7 D A7 D A7 D A7 D Do borso da minha cueca -Ohh barbaridade mas nao da certo mesmo né antonio-Tar de trombadinha nao tem lugar que nao mete a mao -Trombadao enfia a mao em qualquer lugar do corpo da gente né?-Tá doido!D Eu ganhei uma botinaA7 Mas só serviu pro meu manoG Meu time foi campeãoA7 D Só depois de vinte anoD7 O pior é meus colegaG Que ficava me gozandoD Azarado que nem euA7 D Só pode ser corintianoA7 Só pode ser corintianoD Só pode ser corintianoA7 Só pode ser corintianoD Só pode ser corintianoooo!
O Corintiano
Amado e Antônio
- A7
- D
- D7
- G
Tom: