[Intro] G D G DG D GG D Eu sou crioulo do Rincão do Pau FincadoG E este jeito abagualado já de longe me apresentaEm D Uso, por gosto, um chapelão que é quase um tachoG Bem preso no barbicacho que o vento não arrebentaEm D Uso, por gosto, um chapelão que é quase um tachoG Bem preso no barbicacho que o vento não arrebentaD Eu tenho um laço que não briqueio por outroG Pois muito pulso de potro já golpeou por patacoadaEm D Não sou dos taura' mas, num pealo, me garantoG Pode vir de qualquer canto que tropica na bolcadaEm D Não sou dos taura' mas, num pealo, me garantoG Pode vir de qualquer canto que tropica na bolcadaD G Na minha terra, se um veiaco esconde o tosoD G É num upa que o baldoso enreda a marca na soiteiraD G Na minha terra, só o que tiremo' agarradoC D G É alguma beiço pintado, dessas bem namoradeira( G D G D )( G D G )D O meu esporte favorito é um baile buenoG Aonde escuto o sofreno d'uma cordiona bagualaEm D E eu me destaco marcando firme o compassoG Forçando a curva do braço com a mais vistosa da salaEm D E eu me destaco marcando firme o compassoG Forçando a curva do braço com a mais vistosa da salaD Mas também gosto d'um domingo de carreiraG E alguma festa campeira pra me luzir bem pacholaEm D Chego assoprando e embalando um redomãoG Que, ali, no correr da mão, deixo sentado na colaEm D Chego assoprando e embalando um redomãoG Que, ali, no correr da mão, deixo sentado na colaD G Na minha terra, se um veiaco esconde o tosoD G É num upa que o baldoso enreda a marca na soiteiraD G Na minha terra, só o que tiremo' agarradoC D G É alguma beiço pintado, dessas bem namoradeira( G D G D )( G D G )D Quando eu morrer, me velem numa mangueira E me enterrem bem na porteiraG Faço este pedido em vidaEm D E não se assustem se n'alguma madrugadaG Eu gritar com a cavalhada na hora da recolhidaEm D E não se assustem se n'alguma madrugadaG Eu gritar com a cavalhada na hora da recolhidaD No meu velório, quero farra, dança e tragoG E a bandeira do meu pago feito mortalha pra mimEm D E não se esqueçam que a minha história sem luxoG Conta d'um povo gaúcho que luta pra não ter fimEm D E não se esqueçam que a minha história sem luxoG Conta d'um povo gaúcho que luta pra não ter fimD G Na minha terra, se um veiaco esconde o tosoD G É num upa que o baldoso enreda a marca na soiteiraD G Na minha terra, só o que tiremo' agarradoC D G É alguma beiço pintado, dessas bem namoradeiraD G Na minha terra, só o que tiremo' agarradoC D G É alguma beiço pintado, dessas bem namoradeira
Do Rincão do Pau Fincado
André Teixeira
- C
- D
- Em
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