Milonga e Baguala

André Teixeira

  • Am
  • B7
  • Bm
  • C
  • D7
  • Em
  • G
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Tom:
Em Te sinto baguala, pelo que se apotra
C Bm Te vejo milonga na minha encordada
Am G Não sinto e não vejo e pouco me agrada
B7 Em Quando uma das duas se aparta da outra
Em B7 Baguala te vejo, de um jeito pampeano
Em Milonga te sinto por bordão e prima
B7 Se não for assim, me perco da rima
Em Pois nada me adianta se eu não for vaqueano
Em Milonga e baguala, viguela e garganta
B7 Na mesma escramuça, parece outra farra E pela que baila, extraviando as garras
Em Não creio que alguma, pareça ser santa
Em Porém acredito que seja baguala
D7 Pela polvadeira que ergue do chão
C G Quando por milonga se escapa das mãos
B7 Em Do que na encordada por bueno te embala
Em E sendo milonga te canta o mais potro
C Bm Em campos de doma, por ser payador
Am G Onde se abaguala o mais esporiador
B7 Em Que lindo “floreia” o pala prá os outros
Em B7 Se não for baguala duvido que tenha
Em Um outro requinte que seja do agrado
B7 De quem por costume já trás milongueado
Em O que deixa eco num grito de venha
Em Baguala e milonga, sonido e cadência
B7 Que em cada repique, se adona do espaço Onde se rebusca, do apego machazo
Em O que nos garante que temos querência
Em Anseio de pátria que o tempo embuçala
D7 Onde se entropilham estampa e guitarra
C G Quando vem pra forma farejando as garras
B7 Em Da mesma pelagem... Milonga e Baguala
Informações da música

Composição: Rogerio Villagran e André Teixeira

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