Não venhas com sermões nem elogios No vengas con sermones ni alabanzas Nem voltes a dizer o que já sei Ni vuelvas a decir lo que ya sé Traga seus brincos de mudança Trae tus aretes de mudanza E o vestido aquele que sempre te tirei Y el vestido aquel que siempre te quité
Te convido a me convidar esta noite Te invito a que me invites esta noche Ao pecado que jamais eu te convidei Al pecado que jamás yo te invité Te convido a que te abstenhas de recriminações Te invito a que te abstengas de reproches Se já sei todos os meus defeitos Si todos mis defectos ya los sé
Existem amores como o teu Hay amores como el tuyo Que doem quando estão ou se se vão Que duelen cuando están o si se van Existem amores sem orgulho Hay amores sin orgullo Que vivem de perder a dignidade Que viven de perder la dignidad Tua vida me serviu para morrer Tu vida me sirvió para morirme A morte me ensinou que tenho que viver La muerte me enseñó que hay que vivir
Não conserte o que não se decompõe No arregles lo que no se descompuso Que ninguém aqui está pronto para mudar Que nadie aquí está listo pa' cambiar Amores que se gastam com o uso Amores que se gastan con el uso Merecem liberdade e descansar Merecen libertad y descansar
Não peças que te diga o que sabes No pidas que te diga lo que sabes Nem queiras saber o que não sei Ni quieras tú saber lo que no sé De todo o mais tens as chaves De todo lo demás tienes las llaves E se faz falta algo o esqueci Y si hace falta algo lo olvidé
Existem amores como o teu Hay amores como el tuyo Que doem quando estão ou se se vão Que duelen cuando están o si se van Existem amores sem orgulho Hay amores sin orgullo Que vivem de perder a dignidade Que viven de perder la dignidad
Existem amores, existem amores... Hay amores, hay amores…
Existem amores sem orgulho Hay amores sin orgullo Que vivem de perder a dignidade Que viven de perder la dignidad…
Tua vida me serviu para morrer Tu vida me sirvió para morirme A morte me ensinou que tenho que viver La muerte me enseñó que hay que vivir