Tudo o que entra de fora é mais odor Todo lo que entra desde afuera es más olor E se pega no meu interior, que é poço cego por abrir Y se me pega en mi interior E não há maneira, com minha alma silenciada Que es pozo ciego por abrir Como uma enorme corneta, tapeada pelos mucos Y no hay manera, con mi alma asordinada E as chamas que se inflamam, e as flores que se queimam Como una enorme corneta Nesta enorme colméia de abelhas que fabricam mais problemas, intestinos Tapiada por los mocos E o mel se faz diarréia, e é um ânus meu destino Y las flemas que se inflaman E pela boca eu só espero um "novo palavreado" Y las flores que se queman Evacuando o ser En esta enorme colmena Um novo palavreado, vertendo-se De abejas que fabrican más problemas, intestinos Y la miel se hace diarrea Y es un culo mi destino Y por la boca solo espero Una inmensa verborrea Evacuando el ser Verborrea vertiéndose
E qualquer um que pergunte aonde vivo Y cualquiera que pregunte a dónde vivo Imaginem que a Argentina seja o ânus da terra Imaginen que Argentina sea el culo de la tierra E que esse ânus tenha um ânus, e que Buenos Aires seja uma nádega Y que ese culo tenga un culo E a outra nádega, a irmã montevideana.... Y Buenos Aires sea una nalga E o esfíncter mesmo deste imenso ânus Y la otra nalga la hermana montevideana Receba toda a merda... rios de merda Y el esfínter mismo de ese inmenso culo Reciba toda la mierda Ríos de mierda!
Empresas generosas cultivando miséria Empresas generosas cultivando miseria Regando com gangrena, e minhas veias se envenenam Regando con gangrena Assassinos silenciosos desenhando a paisagem radioactiva, uma merda! Y mis venas se envenenan A cidade de Avellaneda Asesinos silenciosos Todo mundo a recorda pelo seu forte odor de merda Diseñando el paisaje radiactivo Daí eu sou... outra merda ¡Una mierda! Esse sou eu, essa é minha terra La ciudad de avellaneda Todo el mundo la recuerda Por su fuerte olor a mierda De ahí soy yo, otra mierda Ése soy yo, esa es mi tierra
Não há nada mais anti-ecológico, que um infeliz, que um infeliz No hay nada más antiecológico Não há nada mais anti-ecológico, que um infeliz, que um infeliz Que un infeliz, que un infeliz No hay nada más antiecológico Que un infeliz, que un infeliz
Um infeliz, fabricante, traficante, portador, vendedor de toneladas de dor Un infeliz es Uma verdadeira usina, uma raquítica orquídea parasita Fabricante, traficante, portador Que chupa luz, que chupa vida Vendedor de toneladas de dolor Não tem amores e se constipa de fracassos grotescos e avança cega Una verdadera usina E se embeleza por ser parte de uma vez desta maldita merda! Una raquítica orquídea parásita Que chupa luz, que chupa vida No tiene amores y se constipa de grotescos fracasos y avanza ciego Y se embeleza por ser parte de una vez De esta maldita mierda!
Que orgulho de merda! Soberba de merda! Projeto de merda! Qué orgullo de mierda! O futuro que me espera... sensações de merda... Soberbia de mierda! Poesia bruta, merda morta, merda tua, merda deles Proyecto de mierda! Merda minha, merda nossa, nossa merda El futuro que me espera Sensaciones de mierda Poesía burda Mierda muerta Mierda tuya Mierda de ellos Mierda mía Mierda nuestra Nuestra mierda Inconciencia de mierda! Psicópatas de mierda! Así es mi mierda querida Mía, bien de adentro Profunda Humana Penosas almas enfermas Mal heridas, de ahí soy yo
Inconsciência de merda! Psicopatas de merda! No hay nada más antiecológico Assim é minha merda querida. Minha... bem de dentro, profunda, humana Que un infeliz, que un infeliz Penosas almas enfermas... mas feridas, eu sou daí No hay nada más antiecológico Que un infeliz, que un infeliz
Não há nada mais anti-ecológico, que um infeliz, que um infeliz Y construiremos una enorme papelera Não há nada mais anti-ecológico, que um infeliz, que um infeliz Para limpiarnos la boca Para limpiarnos el orto Y construiremos una enorme papelera Para limpiarnos la boca Para limpiarnos el orto Y construiremos una enorme papelera Para limpiarnos la boca, si! Para limpiarnos el orto
E construiremos uma enorme caixa Para limparmos a boca, para limparmos o orto E construiremos uma enorme caixa Para limparmos a boca, para limparmos o orto E construiremos uma enorme caixa Para limparmos a boca, sim! Para limparmos o orto