Homem Valente

Biá e Dino Franco

  • A7
  • B7
  • D
  • D7
  • Em
  • G
Tom:
[Intro] G A7 D A7
B7 Em D
D A7 Sentindo saudade das coisas da roça
D O moço poeta deixou a cidade
A7 Foi sentir de novo o cheiro do mato
D E deu-se um fato pra bem da verdade
A7 Foi bem recebido por alguns amigos
G D Em mal entendido por rivalidade
A7 O moço poeta ganhou na chegada
D A flor desejada pela sociedade
D7 G Manda poesia a bela Maria
A7 D Gostou do poeta com sinceridade.
D A7 Mordidos de ciúmes alguns bonitinhos
D Julgados valentes por andarem armados
A7 Cercaram o moço, poeta modesto
D Mas o manifesto foi logo abafado
A7 Os pontos e vírgulas num dedo de prosa
D Cobriu de vergonha todo o povoado
A7 Com "erres" e "esses" bem pronunciados
D Os cowboys de araque foram desarmados
D7 G Nenhuma palavra caía no chão
A7 D Só no coração dos encabulados
D A7 O moço poeta usou da palavra
D Com jeito de santo e voz de leão
A7 E disse, eu conheço o homem valente
D Olhando a patente dos calos das mãos
A7 Eu vejo o roceiro cultivando a terra
D E o jangadeiro rasgando o tufão
A7 Vejo o boiadeiro gritando a boiada
D E o sertanejo vencendo o sertão
D7 G Vejo a segurança nas nossas famílias
A7 D E as construções brotando do chão
D A7 Comércio e indústria do mar e da terra
D Forças armadas e forças civis
A7 Riqueza do solo e potência do espaço
D Abaixo de Deus tem sua raiz
A7 Nos calos das mãos de um homem valente
D A maior trincheira de um povo feliz
A7 A bela Maria beijou o poeta
D Olhou os mocinhos e alto ela diz
D7 G De mãos calejadas e um passo à frente
A7 D Eu lhe beijo os pés em nome do país
Informações da música

Composição: Edward De Marchi

Essa informação está errada?

Enviar revisão