O Green Day é uma das bandas de punk rock mais icônicas da história da música, e o baterista Tré Cool é um dos responsáveis por esse sucesso. Neste artigo, vamos explorar as melhores linhas de bateria do Green Day para entender as características do músico e se inspirar para também tocar!
Tré Cool é bastante conhecido por seus movimentos enérgicos com as baquetas, o que o torna um dos bateristas mais admirados do mundo do rock. Sua pegada ajudou a definir o som do Green Day, e suas linhas são parte essencial dos hits da banda.
10 músicas do Green Day para tocar na bateria
Confira as linhas de bateria de Tré Cool mais icônicas para você apreciar, se inspirar e aprender a tocar:
1. Basket Case
No clássico Basket Case, Tré Cool nos ensina a tocar com intensidade. O mais importante é a entrada da bateria, que chega na música com uma virada marcante e, logo depois, para por alguns compassos.
Abra o chimbal para criar a “sujeira” necessária e mantenha os ataques no crash constantes. Por fim, tenha foco para não perder o andamento da levada.
2. Boulevard Of Broken Dreams
Agora, uma boa opção para quem está aprendendo as primeiras músicas na bateria. Em Boulevard Of Broken Dreams, Tré Cool mostra como suavizar e cadenciar o ritmo.
Ou seja, valorize a simplicidade e a fluidez da faixa, mas atente-se para a virada que sempre acontece antes dos refrãos, que mescla ataques nos pratos com toques na caixa.
3. Holiday
Holiday não tem muito mistério. O diferencial dessa linha de bateria são as dinâmicas de condução no surdo, brincando também com o tom.
Além disso, no meio da canção, há uma pausa na bateria. Se você ainda não domina 100% a música, ouça algumas vezes antes de praticar, para pegar nuances e convenções.
4. Wake Me Up When September Ends
A primeira parte de Wake Me Up When September Ends não tem bateria. Antes de entrar com a levada principal da faixa, Tré Cool faz marcações no bumbo e na caixa, criando uma atmosfera única.
Na segunda metade da música, a bateria pausa em alguns momentos, enquanto cresce a dinâmica em outros. Além disso, as marcações somente com caixa e bumbo também voltam a aparecer.
5. American Idiot
American Idiot é uma música cheia de energia, com aquela vibe clássica de punk rock! A batida segue reta na maior parte da música, mas, nas estrofes, fica somente uma marcação no bumbo.
Na verdade, a cada estrofe, Tré Cool vai adicionando mais elementos e firulas nos tambores. Mais uma vez, é importante conhecer bem a música, para não se perder nas marcações características da faixa.
6. When I Come Around
When I Come Around é uma música cativante, e é importante manter o andamento, sem acelerar ou ralentar.
É também uma boa linha para iniciantes, pois apresenta quase nenhuma complexidade. As viradas que parecem ser mais difíceis na versão original podem tranquilamente ser substituídas por outras mais simples.
7. 21 Guns
21 Guns é uma balada poderosa, que destaca a versatilidade de Tré Cool como baterista. É mais uma que conta com uma pausa em que fica apenas a marcação no bumbo, uma das dinâmicas características de Tré Cool.
Nos refrãos, a música cresce, mas a linha de bateria não deixa de seguir a simplicidade do restante da canção. É mais sobre a emoção na execução do que questões técnicas!
8. She
Voltando para o punk rock, She apresenta uma linha de bateria simples e constante. O foco deve ser em não perder ou acelerar o ritmo da canção. Por conta disso, é uma boa opção para quem está começando a tocar.
9. Welcome To Paradise
Welcome To Paradise segue no estilo punk rock, mas conta com mais variações na condução, tanto com mudanças na abertura do chimbal em um mesmo trecho quanto com conduções no prato.
Além disso, mais para o final da faixa, a bateria e outros instrumentos param, e apenas o baixo fica tocando. Há uma crescente interessante após esse momento, que prepara a volta do restante da banda.
10. Back in the USA
A última das linhas de bateria do Green Day que separamos aqui é a de Back in the USA, um punk rock característico do Green Day. Mantenha o andamento sempre constante e preste atenção na condução de cada parte da música. Fica assim:
- Prato de condução no riff;
- Chimbal nas estrofes;
- Prato de ataque nos refrãos.
Por fim, tome cuidado com a convenção que sempre aparece após os refrãos. Executar esse trecho com perfeição é essencial para manter as principais características da música.