Vila de Frades Já Não Tem Abades

Cante Alentejano

  • A7
  • Bm
  • D
  • Em
  • G
Tom:
D G Vila de Frades já não tem abades
D Mas tem Adegas que são catedrais
Bm Em Os seus palhetes são uns brilharetes
A7 D São de beber e chorar por mais
D G São de beber e chorar por mais
D Nossas gargantas são o seu caminho
Bm Em Cantam os melros cantam os pardais
A7 D Cantamos nós à festa do vinho
D No sangue rubro dessa sua cor
A7 No seu perfume no seu paladar Tanto Alentejo há no seu sabor
D E esse desejo de saber cantar
D Pacata e pura sem grandes alardes
A7 Também outrora tomada à moirana Branca e singela á Vila de Frades
D Nesta planície linda alentejana
D És tão velhinha formosa e bela
A7 Sempre os teus vinhos foram raridades De casta pura simples e singela
D Nestas adegas de Vila de Frades
D Brancos e tintos a até palhetes
A7 Feitos com uvas sem haver maldades Artesanal como alguém lhe chama
D Confecionados em Vila de Frades
Informações da música

Composição: Joaquim Caeiro

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