A F Mataram meus infinitosF A E me expulsaram dos camposF Da terra nasceram gritosE A Dos gritos brotaram cantos! IntrF#7 Bm E7 A F#m Bm E7 A AmAm E me fiz cantoG F E7 De tropeiros e ervateirosGm Rasgando sulcosA7 Dm Com arado e saraquáG7 Nas alpargatas dos "quileiros"C E "chibeiros"F Andei as léguasF#º E7 De Corrientes e Aceguá!Dm G7 Nas alpargatas dos "quileiros"C E "chibeiros"F Andei as léguasE7 A De Corrientes e Aceguá![Refrão]A Meu canto é rioF#7 Meu canto é solBm Meu canto é vento7E Eu tenho berço, Eu tenho pátriaA Eu tenho glóriaA7 Eu só não tenho terra própriaD Porque a históriaE7 Que eu escreviA Me deserdou no testamento!( F#7 Bm E7 A F#m Bm E7 A Am )Am G Entretanto - bem ou malF E7 Não me emocionoGm Com os que combatemA7 Dm As verdades do meu canto G7(Dm G7) c (Sem ter direito de comer nem o que plantoF F#º (E7) Só não entendo é tanta terraE7 A E pouco dono!) [Refrão]A Meu canto é rioF#7 Meu canto é solBm Meu canto é vento7E Eu tenho berço, Eu tenho pátriaA Eu tenho glóriaA7 Eu só não tenho terra própriaD Porque a históriaE7 Que eu escreviA Me deserdou no testamento!Am Mas mesmo assimG F E7 Tenho pra dar um outro tantoGm A7 Se precisarem do meu sangueDm Noutra guerraG7 (Dm G7) (Mesmo sem terraC Hei de voltar grito de terraF Pelo milagre F#º(E7 E7 (A) Das espigas do meu canto!) ( F A )
Da Terra Nasceram Gritos
Cenair Maicá
- A
- A7
- Am
- Bm
- C
- D
- Dm
- E
- E7
- F
- F#7
- F#m
- F#º
- G
- G7
- Gm
Tom: