[Intro] Am B7 E7 Am G7 C B7 E7 Am E7Am E7 Nos rincões da minha querência, arrabaleira conforme a vontadeAm Me serve um mate, pampa minha, nesta vidinha que me destesE7 Antes que empeste a novilhada, prá o mundo alheio das porteirasAm A7 Saúdo a poeira dessas crinas, que me arrocinam sujeitandoDm G7 C Am E da garupa do cavalo, faço um regalo a ventaniaB7 E7 Am A7 Que na poesia destas léguas, tomo por rédeas e conselhosDm G7 C Am Chamo no freio a coisa braba, o tempo é feio, mas que importaB7 E7 Am Dm Quando se engorda na invernada, não falta nada prá quem babaE7 Am G De focinho levantado e mais curiosoF E7 Am (A fim de ir, a estância do passo, na direção de casa, costeando o arvoredoE7 Am A7 O meu desespero porfia co'a tropa fazendo o que gosta, ao sul de mim mesmoDm G7 C Am E todo o bem que havia, maneado ao destino divide caminho com a rês que amadrinhaB7 E7 Am O rio que eu não via, mimando de sede, a minha saudade)( E7 Am E7 Am A7 Dm G7 C Am Bm7(5-) E7 Am )E7 Na função dos meus afazeres, rememorados conforme a manadaAm Vou ressabiando afeito a fadiga, nas horas mingas de sossegoE7 Talvez melhore durante a sesteada, sou por demais igual a campanhaAm A7 Tamanha a alma de horizontes, ali defronte os cinamomosDm G7 C Am Já não habita a teimosia, atropelando o meu rodeioB7 E7 Am A7 Quando me agüento no forcejo, pra erguer no laço os caídosDm G7 C Am Não me lastimo, nem receio, vou pelo meio do sinueloB7 E7 Am Dm Tocando manso os mais ariscos, só pelo vício de por quartosE7 Am G Cuidar do gado, rondando o baio, que amanuceio
A Boa Vista do Peão de Tropa
César Oliveira e Rogério Melo
- A7
- Am
- B7
- Bm7(5-)
- C
- Dm
- E7
- F
- G
- G7
Tom: