Intro: Am E7 Ainda nem rompeu a aurora Nos confins do firmamento E já se vê o movimento Da indiada arrastando espora Então parece que as horas Passam mais desapercebidas E as ansiedades da vida Pedem boca de algum jeito Quando um piazito abre o peito Na volta da recolhidaC É onde se agarra um quebra Que tenha sangue nos olhos Pois um covarde se achicaAm Quando um malo se embodocaC Aos gritos de vir a frente A cavalhada entra em forma E o índio que sabe as normasAm Não refuga o que lhe tocaDm G C Um par de roseta grandeE7 Am Um sombreiro requintadoE7 Am Um tirador de vaquetaE7 Am E uma gana por semblanteDm G C Morrer, mas morrer PeleandoE7 Am Jamais frouxá o garrãoE7 Am Com a pampa no coraçãoE7 Am E as inquietudes por dianteG7 Nas recorridas de campo Até mesmo num aparte Balanceando nos fiadoresC Ou amadrinhando um potroE7 Am Porque o flerte é companheiroE7 Am Parceiro dia após diaE7 Am Sempre que o galo anunciaE7 Am Que veio no rastro do outro Assim desponta no passo A novilhada dos fundo Pedindo boca pro mundo O ponteiro ganha espaço Se agranda num "cavajaço" No rodeio bate guampa Na culatra outra estampa Estrala um relho de braça E a cuscada se adelgaça Quando atropela nas pampa As volteadas de uma estância Castigam a alma de um guapo Pois lombo cavalo não é bem o que se acha Mas um taura que se anima Terceia por essas léguas Virando a boca da égua Num grito de vai ou racha Um par de roseta grande... Nas recorridas de campo...
Das Volteada de Uma Estância
César Oliveira e Rogério Melo
- Am
- C
- Dm
- E7
- G
- G7
Tom: