Intro: C G C G C F C G CC Quando se agranda um fronteiro de peito abertoG quebrando a gritos a calma da madrugada o mundo velho parece que vem abaixoC no rebuliço do bate-casco da eguadaAm Treme o potreiro na volta da recolhidaG mangueira a dentro entra roncando a tropilha(Am) (G) trocando orelha, parelha de peito e ancaC (C7) alma de estância pras garra que te enforquilha (2x)( F C G C )C Forma cavalo, vira a frente, cai pegadaG Quem não se amarra com as pobreza se judia Pra tirá um naco da lua numa trompadaC Ou corta o rastro do sol ao clarear do diaAm Sou peão campeiro da estância do BatoviG E lida bruta é como um verso se rima(Am) (G) Mas tendo lombo e boca pra socá o freioC (C7) Marca de taça quando não vai cai por cima (2x)( F C G C )C Tenho de sobra destreza e força no braçoG Venho empurrando a estouro e a cabo de mango O meu destino que é mescla de vento e terraC Marcada a casco de charoles e poleandoAm Erguendo sonhos e esperanças pela colaG Porque as volteadas da vida são desaforos(Am) (G) Das caravoltas e das manhas deste ofícioC (C7) Que pouco a pouco vão costeando o índio touro (2x)( F C G C )C Sigo adelante repontando a mala suerteG Campeando anseios que se alçaram campo a fora Porque o campeiro que conhece a volta brabaC Sabe que um taura morre de pé mas não choraAm Sou peão campeiro da estância do BatoviG Deus me proteja do entrevero das bolcadas(Am) (G) Pois não to livre de me perde e deixar o ecoC (C7) De um grito triste sem rumo na madrugada (3x)( F C G C )
Quando se Agranda um Fronteiro
César Oliveira e Rogério Melo
- Am
- C
- C7
- F
- G
Tom: