Intro: Am E7 Am E7 Am F C E7 Am E7Am F A manga calma de transforma em aguaceiroAm O chuvisqueiro desentoca um campomarE7 Am Que se tolda em cima d?um baio-oveiroF E7 Am E7 Com seu sombreiro que tombeia ao desaguarF Fechou seis dias que eu lido no alagadoAm E o banhado já virou um tremendalE7 Am Onde é várzea se tornou tudo encharcadoF E7 Am Campo dobrado ventente de lamaçalG7 C Até a baeta do meu poncho está molhadaE7 Am Garra ensopada de varar passo e sangaF Am O galpão virou um varal de arreiosF E7 Am Oreando aperos enxaguados pela mangaAm F O gado berra nostalgiando o tempo feioAm E a parelha do arreio calejou-se das basteraE7 Am Lombo molhado pra pisar foi bem ligeiroF E7 Am E7 Inda a força do potreiro tá debaixo da aguaceiraAm F Uma estiada negaceia por matreiraAm Com cisma de caborteira vem escondendo a caraE7 Am Do meu galpão sorvo as horas tramando tentosF E7 Am Desquinando pensamentos, remendando alguma garraG7 C Então me olvido empreitando esta faínaE7 Am Pois a força divina, jamais falha e nunca erraF Am Talvez chuva seja o adubo já gastoF E7 Am E7 Que veio firmar o pasto e largar uma graxa na terraAm E7 Am E7 Talvez chuva seja o adubo já gastoAm E7 F G Am E7 Am Que veio firmar o pasto e largar uma graxa na terra( Am E7 C F G7 G )
Sob As Mangas do Aguaceiro
César Oliveira e Rogério Melo
- Am
- C
- E7
- F
- G
- G7
Continua depois do anúncio
Tom:
- Am
- C
- E7
- F
- G
- G7