Intro:Em Aba larga retovado, pala de seda no braçoC B e o choro fino do aço das chilenas no garrão encilhei um milongão, não vi que era dos veiacoEm e sacudiu os meus caco bem no que sai do violãoEm No alambrado das cordas quis me apertar num floreioC B aprumei um bordoneio bem na dobra da viria quando um taura se enforquilha é duro de se pelarE7 se me ponho a guitarrear sou pampa em riba da encilhaAm D G Prá ginetear de bolada um milongão dos veiácoC B Em hay que tenêr fé no taco e uma alma guitarreiraEm E7 Am D G um batidão de fronteira mais firme do que um palanqueC B Em que desde o primeiro arranque já enrede o mal na soiteira (2x)Em Do jeito que o diabo gosta se prendeu mandando garraC B no parador da guitarra escondeu a cara com as mão E eu gritei com o milongão e aticei a cachorradaEm que a vida não vale nada se não se tem tradiçãoEm Tem que ter corpo leviano e um dedilhado campeiroC B Pra mostrar pra um caborteiro qual é o pau que dá cavaco Calça os ferro no sovaco, esfrega o pala na caraE7 não é qualquer um que pára num milongão dos veiacoAm D G Prá ginetear de bolada um milongão dos veiácoC B Em hay que tenêr fé no taco e uma alma guitarreiraEm E7 Am D G um batidão de fronteira mais firme do que um palanqueC B Em que desde o primeiro arranque já enrede o mal na soiteira (2x)
Um Milongão Dos Veiaco
César Oliveira e Rogério Melo
- Am
- B
- C
- D
- E7
- Em
- G
Tom: