[Intro] E A B E B E D G B EE Este mouro da minha marcaB E Bem terminado de freioB Sabe que a cada rodeioE Na invernada da macegaD É um prenúncio de refregaG De atorá zebú no meioC Debaixo dos meus arreiosG É um rancho que me carregaA Bb B Debaixo dos meus arreiosE É um rancho que me carrega[ Solo ] B EE Numa lida de mangueiraB E Dispensa o ferro na bocaB Aparta de rédea frouxaE E eu me sustento estrivadoD A raça dos descampadosG Ferve no sangue criouloC Prá um peão de campo, o consoloG É sempre andar bem montadoA Bb B Prá um peão de campo, o consoloE É sempre andar bem montadoE É no lombo do cavaloG Que o gaúcho é mais gaúchoB E um mouro pampa de luxoE Não é pra qualquer chambãoF# B Por amor e devoçãoE Ao meu Rio Grande de outroraG Eu morro tinindo esporaB E Com um par de rédeas na mãoG Eu morro tinindo esporaB E Com um par de rédeas na mão( E A B E B E D G B E )E Quando tapeio o sombreiroB E E alço a perna despachadoB Muito mal intencionadoE Pra um reboliço no povoD Meu mouro aguça o retovoG E o pago fica pequenoC Te falo de pingo buenoG Para um pouco e é de novoA Bb B Te falo de pingo buenoE Para um pouco e é de novo[Solo] B E [Solo]E|---4--5--7---0--2--4-------------------------------------| B|-----------------------2--4--5---4--2--0-----------------| G|------------------------------------------2--1-----------| D|-----------------------------------------------4--3--2---| A|---------------------------------------------------------| E|---------------------------------------------------------|E Flete de todo serviçoB E Sereno, guapo e campeiroB Um gato no entreveiroE De pelear dando risadaD Pra se honrar a patacoadaG Destreza pouca é bobagemC Tem que ter tino e coragemG E um mouro de cola atadaA Bb B Tem que ter tino e coragemE E um mouro de cola atada[Final] E B E
Um Mouro Pampa de Luxo
César Oliveira e Rogério Melo
- A
- B
- Bb
- C
- D
- E
- F#
- G
Tom: