[Intro] D Ebº Dº A7 Em A7 D Ebº Dº A7 DG A7 Nem bem clareia e já me encontro chimarreandoD Ao pé do fogo que aquenta as madrugadasG A7 Daqui um pouquito o sol desponta no horizonteD To desde ontonte com as idéias engarrafadasG A7 Pra o parapeito do galpão arrasto as garrasD Buçal na mão vou tiflando pra mangueiraG A7 Meio sestrosa me cuidando a matungadaD Vem da invernada e fica flor de caborteiraA7 A7 Mas que me importa pois me levantei aluadoA7 D D7 Cano virado das minhas botas garroneirasG Gm D Toda segunda tem bagual de lombo inchadoA7 D Adivinhando que passei de borracheiraG Junto as argolas do chinchão no osso do peitoE7 A7 Procuro um jeito busco a volta e me enforquilho Bis Depois que monto e atiro o caixão pra trásD D7 Só Deus com um gancho pra me sacar do lombilho( D Ebº Dº A7 Em A7 D Ebº Dº A7 D )G A7 Me dá vontade de prender o buçal na caraD Deste picaço que esqueceu como se formaG A7 Mas eu garanto que embaixo dos meus arreiosD Conhece o freio e aprende a respeita as normasA7 D Pego lhe o grito baixo os ferros na paletaA7 D D7 De boca aberta o queixo roxo vem de garraG Gm D Lida baguala que em muitos mete medoA7 D Meu xucro oficio que por vicio fiz de farra
Xucro Ofício
César Oliveira e Rogério Melo
- A7
- D
- D7
- Dº
- E7
- Ebº
- Em
- G
- Gm
Continua depois do anúncio
Tom:
- A7
- D
- D7
- Dº
- E7
- Ebº
- Em
- G
- Gm