O Malandro

Chico Buarque

  • A#7(b13)
  • A#m7(9)
    4
  • A7(13)
  • A7(9)(11)
  • A7(b13)
  • Ab°
  • Am7(9)
    5
  • B7(b13)
  • Bb7(13)
    6
  • Bb7(9)(11)
  • Bb7(b13)
  • Bm7(9)
  • C#6(9)
  • C#°
  • C6(9)
  • C7(13)
  • C7(9)
  • C7(9)(11)
  • C7(b13)
  • Cm7(9)
  • D#m7(9)
    4
  • D#°
  • D6(9)
  • D7(b13)
    5
  • Dm7(9)
  • Eb6(9)
  • Eb°
  • Em7(9)
    5
  • F
  • F#°
  • F6(9)
  • Fm7(9)
  • G#7(13)
    4
  • G#7(9)(11)
  • G#7(b13)
  • G7(13)
  • G7(9)(11)
  • G7(b13)
  • Gb°
  • Gm7(9)
    3
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Tom:
Versão: Chico Buarque
C6(9) Dm7(9) A7(b13) G7(9)(11) C6(9) G7(b13) O malandro na dureza senta à mesa do café
Am7(9) Eb° Dm7(9) C#° G7(9)(11) C6(9) G7(13) Bebe um gole de cachaça acha graça e dá no pé
C6(9) Dm7(9) A7(b13) G7(9)(11) C6(9) G7(b13) O garçom no prejuízo, sem sorriso, sem freguês
Am7(9) Eb° Dm7(9) C#° G7(9)(11) C6(9) G7(13) De passagem pela caixa dá uma baixa no português
C6(9) Dm7(9) A7(b13) G7(9)(11) C6(9) G7(b13) O galego acha estranho que o seu ganho tá um horror
Am7(9) Eb° Dm7(9) C#° G7(9)(11) C6(9) G#7(13) Pega o lápis soma os canos passa os danos pro distribuidor
C#6(9) D#m7(9) A#7(b13) G#7(9)(11) C#6(9) G#7(b13) Mas o frete vê que ao todo há engodo nos papéis
A#m7(9) D#m7(9) G#7(9)(11) C#6(9) G#7(13) E pra cima do alambique dá um trambique de cem mil réis
C#6(9) D#m7(9) A#7(b13) G#7(9)(11) C#6(9) G#7(b13) O usineiro nessa luta grita (ponte que partiu)
A#m7(9) D#m7(9) G#7(9)(11) C#6(9) G#7(13) Não é idiota trunca a nota lesa o Banco do Brasil
C#6(9) D#m7(9) A#7(b13) G#7(9)(11) C#6(9) G#7(b13) Nosso banco tá cotado no mercado exterior
A#m7(9) D#m7(9) G#7(9)(11) C#6(9) A7(13) Então taxa a cachaça a um preço assustador
D6(9) Em7(9) B7(b13) A7(9)(11) D6(9) A7(b13) Mas os ianques com seus tanques têm bem mais o que fazer
Bm7(9) Em7(9) D#° A7(9)(11) D6(9) A7(13) E proíbem os soldados aliados de beber
D6(9) Em7(9) B7(b13) A7(9)(11) D6(9) A7(b13) A cachaça tá parada rejeitada no barril
Bm7(9) Em7(9) D#° A7(9)(11) D6(9) A7(13) O alambique tem chilique contra o Banco do Brasil
D6(9) Em7(9) B7(b13) A7(9)(11) D6(9) A7(b13) O usineiro faz barulho com orgulho de produtor
Bm7(9) Em7(9) D#° A7(9)(11) D6(9) Bb7(13) Mas a sua raiva cega descarrega no carregador
Eb6(9) Fm7(9) C7(b13) Bb7(9)(11) Eb6(9) Bb7(b13) Este chega pro galego nega arrêgo cobra mais
Cm7(9) Gb° Fm7(9) Bb7(9)(11) Eb6(9) Bb7(13) A cachaça tá de graça, mas o frete como é que faz?
Eb6(9) Fm7(9) C7(b13) Bb7(9)(11) Eb6(9) Bb7(b13) O galego tá apertado pro seu lado não tá bom
Cm7(9) Gb° Fm7(9) Bb7(9)(11) Eb6(9) C7(13) Então deixa congelada a mesada do garçom
F6(9) Gm7(9) D7(b13) C7(9)(11) F6(9) C7(b13) O garçom vê um malandro sai gritando pega ladrão
Dm7(9) Ab° Gm7(9) F#° C7(9)(11) C7(9) F E o malandro autuado é julgado e condenado culpado pela situação
Informações da música

Composição: Chico Buarque

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