[Intro] E B EB E Pra carpir tá alto, pra roçar tá baixoB Pra quem não gosta da foiceE Todo mato é ruim de fachoE O homem trabalhador pula cedo na choupanaA Enfrenta qualquer serviço e da vida não reclamaB E A roça produz com sobra a fartura até derramaB E Mas o homem preguiçoso só sabe ficar na camaE Hoje eu vivo na moleza mas dei murro no pesadoA Já cortei tora no mato no golpe do meu machadoB E Já revirei terra bruta no tombador do aradoB E Meu rancho meu palacete tenho nele meu reinadoE Negócio de ocasião se resolve sem demoraA Quem possui muito dinheiro não precisa de penhoraB E O caboclo decidido resolve coisas na horaB E Toda mulher de respeito é chamada de senhora
Roceiro Preguiçoso
Dino Franco e Mouraí
- A
- B
- E
Tom: