E não entenda, não me entendoFº F#m quero mesmo é ser assim gajo do sorriso frouxoB7 E luz de brejo é tão ruimE não me importo, não se importeFº F#m todo corte há de sararsalvo um ou dois dos fortesB7 E que não sangram por sangrarG#m C#m e quando o bom silêncio invade a almaF#m B7 tente ler sem ver na palma o que virá o que há de virG#m C#m a flor do fim sugere o recomeçoF#m B7 que reforça o meu apreço pelo que não viE não me queixo, não se choqueFº F#m levo o norte a me seguir e trago o mapa além da sorteB7 E de não ter aonde ir
O Que Eu Não Vi
Eduardo Patrício
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