[Intro] E F#m B7 EE A E Quando as sangas dos olhos inundamF#7 B7 Com tormentas que chegam de surpresaA B/A No peito se agranda a tristezaE F#7 B7 E ficam marcas que as horas não curam Que as horas não curamA Am A noite da vida cai mais cedoE A E E os mates com jujos de solidãoF#7 B7 São cevados neste galpão onde só restam segredosA B7 E São cevados neste galpão onde só restam segredosA B7 Aqui na estância que vivoE Já não conheço mais nadaA B7 A não ser a velha estradaD/F# E E a fé que nela cultivoF#m B7 Pois o amanhã não se sabeG#m C#7 E é forte dentro de mimF#7 A gana de chegar ao fimB7 E Antes que meu céu desabe( E F#m B7 E )E A E Enquanto meus olhos estão inundadosF#7 B7 Pelas mágoas que afligem os meus diasA B/A Vou remoendo nostalgiasE F#7 B7 E anseios que trago, em meu peito, guardados Em meu peito, guardadosA Am E nisso o tempo se acalmaE A E No céu já brilha o luzeiroF#7 Mas eu continuo caseiroB7 Proseando com a própria almaA B7 Mas eu continuo caseiroE Proseando com a própria almaA B7 Um vento sopra levando as saudadesE E também tantas desilusõesA B7 Só ficam as recordaçõesD/F# E E esta minha louca ansiedadeF#m B7 Pois o amanhã que eu esperoG#m C#7 É só o que me convémF#7 E, além de mim, mais ninguémB7 A Am E A E Vai me levar onde eu quero
Lamento de Um Peão Posteiro
Fabio Soares
- A
- Am
- B/A
- B7
- C#7
- D/F#
- E
- F#7
- F#m
- G#m4
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