Em Máfia da caneta numa margem distanteC Fiamá da taneca manu gemmar tentandisEm Máfia da caneta numa margem distanteC Fiamá da taneca manu gemmar tentandisEm O que te bate a cabeça o que que tu achaC Um som bolado, boladão esculacha, o santo baixaEm C Tipo do inconscientemente o flow encaixa Vem que vem lindamente carrega o penteEm Segura a saraivadaC Tem rima engatilhada Respira fundoEm Sente a levada, e viajaC Máfia da caneta, numa margem distanteEm Eu sei alguns tentam me entender As vezes é difícilC Sou o meu ser e não o que eu vistoEm Assustador? É a ignorância em açãoC Miserável mata fome com qualquer ilusãoEm Facilidade sem valorC Na vida não existe crescimento sem dorEm Então, altere o ponto de visão Mude sua concepçãoC Hombridade é cria da reflexãoFm Viaje no que tem importânciaC# O tiro representa o auge da ignorânciaFm C# O mal não me atinge, porque o nada não me abala Ideias são a prova de balaEm Vou aprender o que a vida dizC Viver é mais importante do que ser felizEm O erro é mais construtivo que o acertoC Marginalize-se e liberte-se do medoEm Quem é alguma coisa pra me julgar?C Sou invisível aos olhos de quem não sabe voarEm Somos ambulantes pontos de interrogaçãoC Emoção, ambição, reflexãoEm C Selecione o que olhar, escolha o que ignorarEm A lucidez é um fenômeno particularC Quem é rico pra pagar, irmão Se a exclusão é o preço da sua visãoEm Com qualquer aliado eu tô na boaC Quem me conhece tá ligado, eu não vou rimar à toaEm Derrepentemente, eu te representeC Eu não quero ser superior, só diferente
O Nada Não Me Abala
Filipe Ret
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