Meu riso caiu da gaveta Meu peito virou contra a mão O tempo riscou minha reta E fez a saudade um refrão O sono não sabe da cama A alma não sabe esperar O corpo que geme e reclama Só quer um lugar pra ficar Sou eu, no avesso do dia No tom, que ninguém quer cantar Sou nó, sou melancolia Sambando, pra não desabar Todas as minhas vivências Não foi fácil de ir E isso é fácil falar Mas difícil agir Sou eu, no avesso do dia No tom, que ninguém quer cantar Sou nó, sou melancolia Sambando, pra não desabar É fácil deixar ir Difícil esquecer Sou eu, no avesso do dia No tom, que ninguém quer cantar Sou nó, sou melancolia Sambando, pra não desabar Desabar, não desaba Desabar, não desaba Desabar, meu amor