Manoel

Galvão

  • A7
  • B7
  • C#m7
    4
  • D7
  • E7
  • Ebm7
  • F#7
  • G
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Tom:
A7 Manoel enverga um olho pra beber
D7 Bem no fundo da caneca tem o mar
G D7 G D7 G Mas a sereia no coqueiro só o poeta pode ver
E7 A7 E7 Pois na peleja o outro olho cego é interestelar
A7 interestelar da cor de macarrão
D7 Pendurado na lapela do escritor
G D7 G D7 G A fome come todo o tempo o miolo de um pão
E7 A7 E7 E faz trilha de estrela em cima lá do equador
A7 De cima do Equador coava o café
D7 O poeta numa bolha de sabão
G D7 G D7 G Ele pula na maçã de Newton pela chaminé
E7 A7 E7 E vai desaguar no mar da íris do camaleão
A7 A íris do camaleão muda de cor
D7 Quando ouve o poeta versejar
G D7 G D7 G Ela fica de tocaia dentro de um beija-flor
E7 A7 E7 F#7 Esperando a lua nova vir pra se desabrochar
B7 Pra se desabrochar não basta um alçapão
E7 Não se toca um Elfo como Manoel
A7 E7 A7 E7 A7 Que vem à fonte dos desejos encilhar seu alazão
F#7 B7 Pra buscar no horizonte as notas que vão do papel
E7 Ebm7 C#m7
Informações da música

Composição: Galvao

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