D7 Gm B° Meu Deus! Meu Deus!Dm Se eu chorar não leve a malEb Pela luz do candeeiroGm A7 Dm Liberte o cativeiro social( Bb C D )D Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D É sentinela da libertaçãoD A7 D Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D Bb7 A7 É sentinela da libertaçãoDm A7 Dm Irmão de olho claro ou da GuinéA7 Dm A7 Dm D7 Qual será o valor? Pobre artigo de mercadoGm D7 Gm D7 Gm Senhor eu não tenho a sua fé, e nem tenho a sua corA7 D7 Tenho sangue avermelhadoC C7 Dm O mesmo que escorre da feridaGm6 A7 Eb D7 Mostra que a vida se lamenta por nós doisGm F° Dm Mas falta em seu peito um coraçãoF6 E7 Gm6 D A7 Ao me dar escravidão e um prato de feijão com arrozD Em7 D G Eu fui mandinga, cambinda, haussáD B7 Em B7 Fui um rei egbá preso na correnteEm C A7 Sofri nos braços de um capatazC Em A7 D Morri nos canaviais onde se plantava genteG7 D G7 D Ê calunga! Ê ê calunga!B7 Em B7 Em Preto Velho me contou, Preto Velho me contouA7 G7 A7 Onde mora a senhora liberdadeD Não tem ferro, nem feitorG7 D G7 D Ê calunga! Ê ê calunga!B7 Em B7 Em Preto Velho me contou, Preto Velho me contouA7 G7 A7 Onde mora a senhora liberdadeD D7 Não tem ferro, nem feitorGm Dm Amparo do rosário ao negro BeneditoGm A7 D7 Um grito feito pele de tamborGm B° Dm F6 Deu no noticiário, com lágrimas escritoGm A7 D A7 Um rito, uma luta, um homem de corD F#m E assim, quando a lei foi assinadaAm D7 G Uma lua atordoada assistiu fogos no céuGm6 D Áurea feito o ouro da bandeiraB7 E7 A7 D Fui rezar na cachoeira contra bondade cruelD7 Gm C Meu Deus! Meu Deus!A7 Dm Se eu chorar não leve a malGm Pela luz do candeeiroGm A7 A7 Ab7 Eb7 D7 Liberte o cativeiro socialGm C Meu Deus! Meu Deus!A7 Dm Se eu chorar não leve a malGm Pela luz do candeeiroBb7 A7 Bb7 A7 Bb7 A7 D A7 Liberte o cativeiro socialD Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D É sentinela da libertaçãoD A7 D Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D Bb7 Bb7 É sentinela da libertaçãoDm A7 Dm Irmão de olho claro ou da GuinéA7 Dm A7 Dm D7 Qual será o valor? Pobre artigo de mercadoGm D7 Gm D7 Gm Senhor eu não tenho a sua fé, e nem tenho a sua corA7 D7 Tenho sangue avermelhadoC C7 Dm O mesmo que escorre da feridaGm6 A7 Eb D7 Mostra que a vida se lamenta por nós doisGm F° Dm Mas falta em seu peito um coraçãoF6 E7 Gm6 D A7 Ao me dar escravidão e um prato de feijão com arrozD Em7 D G Eu fui mandinga, cambinda, haussáD B7 Em B7 Fui um rei egbá preso na correnteEm C A7 Sofri nos braços de um capatazC Em A7 D Morri nos canaviais onde se plantava genteG7 D G7 D Ê calunga! Ê ê calunga!B7 Em B7 Em Preto Velho me contou, Preto Velho me contouA7 G7 A7 Onde mora a senhora liberdadeD Não tem ferro, nem feitorG7 D G7 D Ê calunga! Ê ê calunga!B7 Em B7 Em Preto Velho me contou, Preto Velho me contouA7 G7 A7 Onde mora a senhora liberdadeD D7 Não tem ferro, nem feitorGm Dm Amparo do rosário ao negro BeneditoGm A7 D7 Um grito feito pele de tamborGm B° Dm F6 Deu no noticiário, com lágrimas escritoGm A7 D A7 Um rito, uma luta, um homem de corD F#m E assim, quando a lei foi assinadaAm D7 G Uma lua atordoada assistiu fogos no céuGm6 D Áurea feito o ouro da bandeiraB7 E7 A7 D Fui rezar na cachoeira contra bondade cruelD7 Gm B° Meu Deus! Meu Deus!A7 Dm Se eu chorar não leve a malEb Pela luz do candeeiroGm A7 A7 Ab7 Eb7 D7 Liberte o cativeiro socialGm C Meu Deus! Meu Deus!A7 Dm Se eu chorar não leve a malGm Pela luz do candeeiroBb7 A7 Bb7 A7 Bb7 A7 D A7 Liberte o cativeiro socialD Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D É sentinela da libertaçãoD A7 D Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D Bb7 Bb7 É sentinela da libertaçãoDm A7 Dm Irmão de olho claro ou da GuinéA7 Dm A7 Dm D7 Qual será o valor? Pobre artigo de mercadoGm D7 Gm D7 Gm Senhor eu não tenho a sua fé, e nem tenho a sua corA7 D7 Tenho sangue avermelhadoC C7 Dm O mesmo que escorre da feridaGm6 A7 Eb D7 Mostra que a vida se lamenta por nós doisGm F° Dm Mas falta em seu peito um coraçãoF6 E7 Gm6 D A7 Ao me dar escravidão e um prato de feijão com arrozD Em7 D G Eu fui mandinga, cambinda, haussáD B7 Em B7 Fui um rei egbá preso na correnteEm C A7 Sofri nos braços de um capatazC Em A7 D Morri nos canaviais onde se plantava genteG7 D G7 D Ê calunga! Ê ê calunga!B7 Em B7 Em Preto Velho me contou, Preto Velho me contouA7 G7 A7 Onde mora a senhora liberdadeD Não tem ferro, nem feitorG7 D G7 D Ê calunga! Ê ê calunga!B7 Em B7 Em Preto Velho me contou, Preto Velho me contouA7 G7 A7 Onde mora a senhora liberdadeD D7 Não tem ferro, nem feitorGm Dm Amparo do rosário ao negro BeneditoGm A7 D7 Um grito feito pele de tamborGm B° Dm F6 Deu no noticiário, com lágrimas escritoGm A7 D A7 Um rito, uma luta, um homem de corD F#m E assim, quando a lei foi assinadaAm D7 G Uma lua atordoada assistiu fogos no céuGm6 D Áurea feito o ouro da bandeiraB7 E7 A7 D Fui rezar na cachoeira contra bondade cruelD7 Gm B° Meu Deus! Meu Deus!A7 Dm Se eu chorar não leve a malEb Pela luz do candeeiroGm A7 A7 Ab7 Eb7 D7 Liberte o cativeiro socialGm C Meu Deus! Meu Deus!A7 Dm Se eu chorar não leve a malGm Pela luz do candeeiroBb7 A7 Bb7 A7 Bb7 A7 D A7 Liberte o cativeiro socialD Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D É sentinela da libertaçãoD A7 D Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D É sentinela da libertaçãoD Em Não sou escravo de nenhum senhorA7 D Meu Paraíso é meu bastiãoB7 Em Meu Tuiuti o quilombo da favelaA7 D É sentinela da libertação[Final] Bb C BbBb C BbBb C BbBb C BbBb C BbBb C BbD
Meu Deus, Meu Deus, Está Extinta a Escravidão?
G.R.E.S Paraíso do Tuiuti
- A7
- Ab74
- Am
- B7
- Bb
- Bb7
- B°
- C
- C7
- D
- D7
- Dm
- E7
- Eb3
- Eb74
- Em
- Em7
- F#m
- F6
- F°
- G
- G7
- Gm
- Gm6
Tom:
Composição: Moacyr Luz, Jurandir, Zezé, Cláudio Russo e Anibal
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