Dm Patrão nas invernadas celestiaisA7 Dai-me as onze bracças do teu amor Para que eu possa laçar a imensa dorDm Que correm com bravuras de baguais Fazei-me o tropeiro das paixõesA7 Que vagam, sem rumo concebido O guia do irmão que está perdidoDm Nas escuras noites das ingratidõesC F Dai-me o maneador da compreensãoC F Para que eu possa manear as desavençasA7 Dm E o chicote da fé, para afastar as doençasBb Gm A7 E a vibração de amor no coraçãoC F Permita que eu carregue nos meus tentosC F A mochila da esperança salvadoraA7 Dm E o manto azul de Nossa SenhoraBb Gm Dm Que alivia todos os tormentosDm Deixa-me entrar no curral do teu aparteA7 Como cordeiro do teu rebanho santo Dai-me o poder de enxugar o prantoDm Evocando o teu nome em toda parte Patrão Velho, lá de riba, ouveA7 A súplica fiel deste vaqueano Que vive gambeteando os desenganosDm Com a alma voltada para tiC F Permita, ó bondoso patrão velhoC F Que eu siga as pegadas de JesusA7 Dm Carregando com coragem a minha cruzBb Gm A7 E firmando a fé no teu evangelhoC F E se alguém, como eu, seguir desejaC F A tropeada na estrada espiritualA7 Dm Dai-me, patrão a bandeira fraternalBb A7 Dm Para o bem da humanidade, que assim sejas
Súplica de Um Gaúcho
Grupo Oh de Casa
- A7
- Bb
- C
- Dm
- F
- Gm
Tom: