[Intro] D A7 D A7D A7 D Por favor, meu Colorado, não me faça judiariaG A7 D Que hoje eu tô de pilcha nova pra cantar só pras guriasD A7 D Sentei o xergão de longe para te quieto por prosaG A7 D Vai que meu bagual se assombre e me suje a camisa novaD7 G D Um colete, um pala branco, pede seda a mormaceiraA7 D Bombacha com favo antigo e saiu cara a costureiraA7 D Pego o rumo de um bailado e o trovador junta os tentoA7 D Já tenho ate verso pronto pra extorquir um sentimentoD7 G D E se tudo der no jeito, pouco antes de clarear o diaA7 D Vai ate faltar garupa pra levar tanta guriaD A7 D Por favor, meu Colorado, não me vem com querômanaG A7 D Que hoje eu tô de pilcha nova pra cantar pra essas tiranaD A7 D Bagual de tento na boca, leva cuidado na estradaG A7 D No caminho invento rima, pra levar logo na entradaD7 G D Que a noite pede malicia, e trago elas já de olharA7 Se não tiver ate que invento que eu to por me baratearA7 D O soldo foi nas fazenda e deixo a guaiaca vaziaA7 D Mas paga a pena é o intento e o meu vô sempre diziaG D Que pilcha nova e alguns verso, chega se ate covardiaA7 D Tem que andar só de carreta pra carregar essas guriaD A7 D Por favor, meu Colorado, frouxa as pata e não me irritaA7 D Que hoje eu tô de pilcha nova pra cantar pras chimarritaD A7 D Só falta aquele banhado que encheu na lua passadaA7 D O bagual pisa com nojo, Colorado não é pra aguadaG D Faco rumo junto a cerca cuidando das pilcha brancaA7 D E o pinho sonando as corda, dando de encontro com as ancaA7 D Livra o barro, cola torta, que se atola ate as viriaA7 D Mesmo que te erga do bico, pode me faltar forquilhaG D E ate o tinir das espora, chora no tom que eu queriaA7 D Nem que eu chegue nos cangalho eu vou cantar pra essas guriaD A7 D Por favor meu Colorado não mete as pata nas tocaA7 D Que hoje eu to de pilcha nova pra cantar pra essas chinocaD A7 D Pode avisar o gaiteiro que ta no jeito o cantorA7 D Não me vale as judiaria, sou barato sim senhorG D Por isso em frente do rancho, meu verso já se emperfilaA7 D Pensando em cantar pras prenda que formam junto das filaA7 D Mas enquanto abria o peito lá onde a esperança empeçaA7 D Não é que a guitarra escapa e do pingo golpeia a peçaG D Se blandio e me jogou lejos, bem donde a poca estendiaA7 D Quedo as pilcha uma imundice, vendo o riso das guriaD A7 D Por favor, meu Colorado, vamo da voltar na estradaA7 D Que tu xujo minhas pilcha e eu não vou cantar mais nada
Pilcha Nova
Gustavo Iser & Comparsa Sureña
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