Coisas da Fronteira

Ita Cunha

  • Am
  • Bbm
  • Bm
  • C
  • D
  • D#º
  • D7
  • Dm7
    5
  • Em
  • G
  • G7
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Tom:
D G Venho daquele horizonte
D G Onde a estrada é um reponte
D G E a liberdade é xirua
D G Na pampa larga estendida
D G Venho daquela querência
D G Onde o campo é referência
D G Pra quem perdeu o sentido
D Das coisas buenas da vida
D Venho daquele rincão
Em Onde o patrão e o peão
D Batem estribo parelho
Dm7 G7 C No camperear das coxilhas
D G Venho daquelas planuras
D G Onde as garças são pinturas
Bm Bbm Am E cavalos riscam mapas
D7 (D#º) (D7) G Pelo manto das flexilhas
D G De onde venho, ora de onde venho
D Das carretas pra quitanda
G do gado pro saladeiro
D G De onde venho, ora de onde venho
D Do charque pelas caronas
G Na redenção dos tropeiros
D G De onde venho, ora de onde venho
Dm7 Das estâncias legendárias
G7 C Da água benta do poço
G D De onde venho, ora de onde venho
C Bm Do lencito maragato
Am G Nos tempos do Sabe Moço
D G De onde venho, ora de onde venho
D Dos candieiros de estopa
G E dos gaiteiros só de ouvido
D G De onde venho, ora de onde venho
D Do café preto e biscoito
G Nos bailes de chão batido
D G De onde venho, ora de onde venho
Dm7 Dos domingos de alpargata
G7 C Nos comércios de carreira
G D De onde venho, ora de onde venho
C Bm Da alma veia de campo
Am G Coisas da fronteira
D G Venho daqueles galpões
D G Onde alma são tições
D G Alimentando o palheiros
D G D G E horas de camboneadas
D G Venho daquelas rodilhas
D G Onde o mate e a figueirilha
D G Ajojam mitos campeiros
D G Arremebrar pataquadas
D Venho bem daquela gente
Em Onde o bairrismo é latente
D Sempre que um se atravessa
Dm7 G7 C Mal dizendo a pátria gaucha
D G Venho daquele sistema
D G Onde mudar é um dilema
Bm Bbm Am Pra quem sepultou a vida
D (D#º) (D7) G Nos remendos da bombacha
  • Am
  • Bbm
  • Bm
  • C
  • D
  • D#º
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  • Dm7
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  • G
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