• A
  • B
  • B7
  • E
  • F#
Continua depois do anúncio
Tom:
[Intro] E B7 A B7 E
E Eu sonhei ser violeiro e cantar
B7 Bem verdadeiro como canta o sabiá Mas o dom que Deus nos deu
A E Cada um carrega o seu não se deve reclamar
A E B7 Fiz poesia escrita pra dizer coisa bonita
A E E ver se alguém vai gostar
F# B A E Minha voz nunca saia pra poder por melodia
B7 E ( E ) Outros tive que arrumar
E Teve os de boa vontade uns foram por caridade
B7 E outros pra se livrar Mas como diz o ditado se o cavalo lhe foi dado
A E Os dentes não deve olhar
F# B A Mas se acerta a parceria cada moda é uma cria
B7 E Que logo vai germinar
A E F# O acorde da viola encaixando a minha história
B7 E Que dá vida ao que eu narrar
( E B7 A B7 E )
E Caipira que é poeta tem que ter a sua meta
B7 Nunca pode abandonar Não desvio do meu rumo porque não me acostumo
A E De outro modo me expressar
A E B7 Tenho jeito de caboclo de botina arranca tôco
A E E meu chapéu panamá
F# B A E Vim do ôco da taboca mas eu nunca fui boboca
B7 E ( E ) Porque eu pude estudar
E Na verdade não foi tanto mas eu nunca uso o pranto
B7 Pra poder justificar Eu sei o suficiente pra poder viver contente
A E Sem nunca me aperrear
F# B A Tanta gente que estuda a atitude não muda
B7 E Chega mesmo é piorar
A E F# Vai ficando insolente se achando que é pra frente
B7 E Já começa a humilhar
B7 A E Sou assim caipira nato gosto de viver no mato
B7 E Mas eu sei me informar
A E B7 Não tenho só a cultura lá da terra onde fartura
E Tiro do que eu plantar
A E É por isso que eu tento buscar
B7 E No conhecimento para sempre melhorar
A E F# Mas não tem nada que possa tirar meu jeito da roça
B7 E B7 A E Ele sempre vou levar!
Informações da música

Composição: Ivan Souza e Júlio César

Essa informação está errada?

Enviar revisão