G Sagrado rancho criouloAm perdido na soledadeBm aromas pelo interiorAm fragrâncias de liberdadeD te transformando em taperaG para rimar com a saudade ao decrismar de silêncioAm na estampa mais primitivaBm as almas que te habitaramAm estão decerto ainda vivasD em charlas de ronco de mateG as percepções sensitivasAm em charlas de ronco de mateD G G7 as percepções sensitivasC [Tapera tua dor é minha, temos o mesmo sistemaBm E viver de sonhos perdidos, na busca do mesmo temaAm D Dm G ao garimpar teus escombros pra transformar-te em poemaC Tapera tua dor é minha, temos o mesmo sistemaBm E viver de sonhos perdidos, na busca do mesmo temaAm D C D G ao garimpar teus escombros pra transformar-te em poema]Am A indecifrável magiaBm onde a alma busca alentoAm o meu ser liberta o ecoG convergindo pra o teu cercoD ao apequenar-te a matériaG para agrandar-te por dentroG E ao emigrar nossa genteAm vejo rurruir teus esteiosBm e o sonho dos insensatosAm a se apossar do alheioD tentando botar no campoG alienígenas ao vento Tenho energia pagãAm que o coração eterneceBm não profana e a memóriaAm e o próprio tempo agradeceD por isso que te ofereçoG meu verso em forma de preceAm por isso que te ofereçoD G G7 meu verso em forma de preceC [Tapera tua dor é minha, temos o mesmo sistemaBm E viver de sonhos perdidos, na busca do mesmo temaAm D Dm G ao garimpar teus escombros pra transformar-te em poemaC Tapera tua dor é minha, temos o mesmo sistemaBm E viver de sonhos perdidos, na busca do mesmo temaAm D C D G ao garimpar teus escombros pra transformar-te em poema]
A Dor da Tapera
Jairo Lambari Fernandes
- Am
- Bm
- C
- D
- Dm
- E
- G
- G7
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