Am Gritos de guerra e uma tropilha em disparadaDm Am Vigor de eguada em desespero e fim de luzF C Nem uma cruz a demarcar que este perauF C Foi vendaval, cortando a morte sem consoloE7 Am Ritual crioulo a consumir pelo e carnalAm Vinha no mouro o mais campeiro dos vaqueanosDm Am Num baio-ruano, um índio pampa boleadorF C Força e calor em tantos outros sem bandeiraF C Que a polvoadeira desfarçou na correriasE7 Am Na valentia de um olhar de boleadeirasDm Am Aaaaaaaaaaaaiahahaiahaha Correndo eguada por motivos de fronteira Gritos de guerra no olhar das boleadeiras Gritos de guerra, no olhar das boleadeiras A vida é um laço que se estende frente aos homens Também consome quem se vai rumo ao perau Ser imortal é deixar frutos quando passa Será torcaça frente à paz do semelhante Junto aos errantes ser bandeira de uma raça
Ritual de Morte e Manada
Jean Kirchoff e Ita Cunha
- Am
- C
- Dm
- E7
- F
Tom: