E |--0--0--0--0--0--0--0--12-------|--0--8--12--0--8--12--11--10---------| B |--------------------------------|-------------------------------------| G |--------------------------------|-------------------------------------| D |--------------------------------|-------------------------------------| A |--------------------------------|-------------------------------------| E |--------------------------------|-------------------------------------| --0--7--10--0--7--10--0--10---------|--0--7--10--0--7--10--9--8--------| ------------------------------------|----------------------------------| ------------------------------------|----------------------------------| ------------------------------------|----------------------------------| ------------------------------------|----------------------------------| ------------------------------------|----------------------------------| --0--5--8--0--5--8--0--8------------|--0--5--8--0--5--8--0--7--| ------------------------------------|--------------------------| ------------------------------------|--------------------------| ------------------------------------|--------------------------| ------------------------------------|--------------------------| ------------------------------------|--------------------------| --0--4--7--0--4--7--0--7-------|--0--4--7--0--4--8--7--5------|| -------------------------------|------------------------------|| -------------------------------|------------------------------|| -------------------------------|------------------------------|| -------------------------------|------------------------------|| -------------------------------|------------------------------||(intro) Gm D7 Gm G7 Cm D7 GmD7 De vez em quando, quando boto a mão nos cobresGm Não existe china pobre, nem garçom de cara feiaD7 Eu sou de longe, onde chove e não goteiaGm Não tenho medo de potro, nem macho que compadreiaD7 Boleio a perna e vou direto pro retoçoGm Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoitoD7 E o chinaredo, que de muito me conheceGm Sabe que pedindo desce, meu facão na "28"D7 Remancheio num boteco ali nos trilhosGm Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilhoD7 Ouço mugindo o barulho da cordeonaGm E a velha porca rabona, retouçando no salãoD7 Quem nunca falta é um índio porco e grossoGm De apelido Pescoço, da rabona ao querendão (intro)G D7 (Entro na sala no meio da confusãoG Fico meio atarantado que nem cusco em procissãoGm D7 Quase sempre chego assim meio com sedeGm Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em paredeG7 C E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito: D7 G (bis) Me serve um liso daquela que mata o guardaD7 Guardo o trabuco empanturrado de balaGm Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançarD7 Nestes fandangos, levo a guaiaca recheadaGm Danço com a melhor china, que me importa de pagarD7 O meu cavalo, deixo atado no palanqueGm Só não quero que ele manque quando terminar a farraD7 A milicada sempre vem fora de horaGm Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarraD7 Desde piazito, a polícia não esperoGm Se estoura a reboldosa me tapo de quero-queroG7 Cm Desde piazito, a polícia não esperoF7 Bb D7 Gm Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero (intro)
Recuerdos da 28
João Luiz Corrêa
- Bb
- C
- Cm
- D7
- F7
- G
- G7
- Gm
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