Recuerdos da 28

João Luiz Corrêa

  • Bb
  • C
  • Cm
  • D7
  • F7
  • G
  • G7
  • Gm
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Tom:
E |--0--0--0--0--0--0--0--12-------|--0--8--12--0--8--12--11--10---------| B |--------------------------------|-------------------------------------| G |--------------------------------|-------------------------------------| D |--------------------------------|-------------------------------------| A |--------------------------------|-------------------------------------| E |--------------------------------|-------------------------------------| --0--7--10--0--7--10--0--10---------|--0--7--10--0--7--10--9--8--------| ------------------------------------|----------------------------------| ------------------------------------|----------------------------------| ------------------------------------|----------------------------------| ------------------------------------|----------------------------------| ------------------------------------|----------------------------------| --0--5--8--0--5--8--0--8------------|--0--5--8--0--5--8--0--7--| ------------------------------------|--------------------------| ------------------------------------|--------------------------| ------------------------------------|--------------------------| ------------------------------------|--------------------------| ------------------------------------|--------------------------| --0--4--7--0--4--7--0--7-------|--0--4--7--0--4--8--7--5------|| -------------------------------|------------------------------|| -------------------------------|------------------------------|| -------------------------------|------------------------------|| -------------------------------|------------------------------|| -------------------------------|------------------------------||
(intro) Gm D7 Gm G7 Cm D7 Gm
D7 De vez em quando, quando boto a mão nos cobres
Gm Não existe china pobre, nem garçom de cara feia
D7 Eu sou de longe, onde chove e não goteia
Gm Não tenho medo de potro, nem macho que compadreia
D7 Boleio a perna e vou direto pro retoço
Gm Quanto mais quente o alvoroço, muito mais me sinto afoito
D7 E o chinaredo, que de muito me conhece
Gm Sabe que pedindo desce, meu facão na "28"
D7 Remancheio num boteco ali nos trilhos
Gm Enquanto no bebedouro mato a sede do tordilho
D7 Ouço mugindo o barulho da cordeona
Gm E a velha porca rabona, retouçando no salão
D7 Quem nunca falta é um índio porco e grosso
Gm De apelido Pescoço, da rabona ao querendão (intro)
G D7 (Entro na sala no meio da confusão
G Fico meio atarantado que nem cusco em procissão
Gm D7 Quase sempre chego assim meio com sede
Gm Quebro o meu chapéu na testa de beijar santo em parede
G7 C E num relance se eu não vejo alguém de farda eu grito: D7 G (bis) Me serve um liso daquela que mata o guarda
D7 Guardo o trabuco empanturrado de bala
Gm Meu facão, chapéu e pala e com licença, vou dançar
D7 Nestes fandangos, levo a guaiaca recheada
Gm Danço com a melhor china, que me importa de pagar
D7 O meu cavalo, deixo atado no palanque
Gm Só não quero que ele manque quando terminar a farra
D7 A milicada sempre vem fora de hora
Gm Mas eu saio porta afora, só quero ver quem me agarra
D7 Desde piazito, a polícia não espero
Gm Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero
G7 Cm Desde piazito, a polícia não espero
F7 Bb D7 Gm Se estoura a reboldosa me tapo de quero-quero (intro)
Informações da música

Composição: Chico Alves e Kenelmo Alves

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