[Intro] E B7 EB7 A tropa vinha estendida pastando no corredorE Eu empurrava culatra e também fazia fiadorB7 Num bagual gordo e delgado arisco e corcoveadorE Que se assustava da estaca e da sombra do maneadorB7 É brabo a vida de um taura que só trabalha de peãoE Nisso uma lebre dispara debaixo de um macegãoB7 Meu pingo só deu um coice escondendo a cara nas mãosE Saiu sacudindo o toso e cravou o focinho no chãoA E7 A (Tentei levantar no freio mas era tarde demaisB7 E B7 E Eu vi uma poeira fina formando nuvens pra trásE7 A E7 A Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de láB7 E B7 E Parecia uma tormenta cruzando em maçambará( E B7 E )B7 Se enganchava nas esporas sobre a volta do pescoçoE Cortando couro em pêlo e tirando lascas de ossoB7 Naquele inferno danado bombiei pra meu cebolãoE Regulava quatro e pico numa tarde de verão( E B7 E )A E7 A (Tentei levantar no freio mas era tarde demaisB7 E B7 E Eu vi uma poeira fina formando nuvens pra trásE7 A E7 A Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de láB7 E B7 E Parecia uma tormenta cruzando em maçambará)B7 Senti a força do vento me arrancando dos arreiosE E aquele bicho parecia que ia se rasgar no meioB7 Deixei manso e de confiança montaria de patrãoE Pois honro o nome que carrego me orgulho de ser peãoA E7 A (Tentei levantar no freio mas era tarde demaisB7 E B7 E Eu vi uma poeira fina formando nuvens pra trásE7 A E7 A Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de láB7 E B7 E Parecia uma tormenta cruzando em maçambará)[Final] E B7 E
Um Bagual Corcoveador
João Luiz Corrêa
- A
- B7
- E
- E7
Tom: