[Intro] Bm Em A Am G F#7 BmEm A Am G F#7 Bm Tua rima enaltece o homem ruralEm Que ata o bocal e destapa as aurorasA B#° Na décima crua que nasce a cavaloG F#7 Bm Ao canto do galo calçado de esporasEm A7 É um grito orelhano de essência eruditaD G É alma jesuíta no timbre da vozEm G É um canto de apego que traz em seu bojoF#7 Um tento de asojo atado aos avósBm G E quando o vento, bordoneia no alambradoEm Bm E um touro berra prenunciando o temporalEm Bm B Por certo é um taura, que no céu vem à cavaloD C#m G F#7 Bm Mais que um regalo, é Jayme Caetano Braun[Intro] Bm Em A Am G F#7 BmEm A Am G F#7 Bm"E aqui deste palco teu nome radia Com a luz da poesia teu canto verdade É o canto do Jayme, um grito orelhano Ao Jayme Caetano, ternura e saudade"Bm Madruga nos mates, na luz dos fogõesEm Na paz dos galpões de cincha e cunheiraA7 B#° Soldado da pampa da boina tapeadaG F#7 Bm Que fez da pajada sua própria bandeiraEm A7 Ternura e saudade ao canto estradeiroD G Cantor missioneiro com fibra nos punhosEm G Se hoje te canto, do jeito entonadoF#7 É pelo legado do verso ternuroBm G E quando o vento, bordoneia no alambradoEm Bm E um touro berra prenunciando o temporalEm Bm B Por certo é um taura, que no céu vem à cavaloD C#m G F#7 Bm Mais que um regalo, é Jayme Caetano Braun *Duas vezes a parte de cima acompanhando de fundo A poesia*Em Bm "Curador instintivo de raiz beduínaEm Que traz nas retinas um veso xamãBm Da mãe timbaúva, brotou a tronqueiraEm De ramas campeiras, talo um tarumãBm Palanque ostensivo cravado na terraF# Trincheira de guerra de cunho ancestral Um taura vaqueano mais rijo que um cerneG F#7 Bm É o Jayme Guilherme, o Caetano Braun"Bm G E quando o vento, bordoneia no alambradoEm Bm E um touro berra prenunciando o temporalEm Bm B Por certo é um taura, que no céu vem à cavaloD C#m G F#7 Bm (Mais que um regalo, é Jayme Caetano Braun) 2X
Canto Ao Payador
João Paulo Deckert
- A
- A7
- Am
- B
- C°
- Bm
- C#m4
- D
- Em
- F#
- F#7
- G
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