A7 D A7 Saiu escarrapachando quem nem boi gordo no barroD Tendo a cabeça e o lombo só com as esporas me agarroA7 Foi assim que um potro mouro se largou quando eu monteiD Me escapou um pé de estribo e o basto não encontreiA7 D Corcoveava se brandeando , parecia um porco ervadoA7 D Eu via aponta dos pastos correndo no meu costadoA7 D D7 Dava coice no focinho meio se atando na colaG A7 D E as vezes sentia as patas quase me enfiando na golaA7 D Eu fazia um chá, rá, chá, chá, com os flecos do tiradorA7 D E as duas rosetas cortando na volta do sangradorA7 D As crinas davam guascaços igual assovio de balaD7 G A7 D E o vento assoprando forte me atava as franjas do palaA7 D A7 Foi naquela gineteada que esparramei os meus cacosD E bicho que tinha na terra se escondia nos buracosA7 Minhas esporas se travaram que eu nem sei de que maneiraD Fiquei pegado nas crinas e num pedaço de peiteiraD A7 D Caiu o bocal dos queixos no meio da polvadeiraA7 D Parecia que eu andava rolando numa cachoeiraA7 D D7 Perdi toda a tarecama fiquei só com a barrigueiraG A7 D E nem assim apiei do maula, mas oiga-le-te porqueiraA7 D Eu fazia um chá, rá, chá, chá, com os flecos do tiradorA7 D E as duas rosetas cortando na volta do sangradorA7 D As crinas davam guascaços igual assovio de balaD7 G A7 D E o vento assoprando forte me atava as franjas do pala
Pegado Nas Crinas
Jorge Guedes e Família
- A7
- D
- D7
- G
Continua depois do anúncio
Tom:
- A7
- D
- D7
- G