(intro) A E7 AE7 A Um dia loco de bueno de piquetear o cavaloE7 A Qualquer serviço na estância, se ocupa ao cantar dos galosE7 A Ajujo a erva do amargo, com galhos de maçanilhaE7 A E amanso a vista do encargo, no engorde d'uma novilha (intro)E7 A A rês está de sobreano e a vida é quem faz sinueloE7 A Pra quem tropeia na lida, e ainda aparta rodeioE7 A Costeando algum gado manso, acalmo xucros e ariscosE7 A E agrupo junta à mangueira, as xergas do meu ofícioE7 A Assento bem os arreios, pro pingo não velhaquearB7 E F#m7 G#m7 A E7 Pelego, carona, lombilho, cincha, badana e buçalD A Com pose de capataz, torcendo as tiras do sovéuE7 A Aparo as barras do dia, debaixo do meu chapéu (intro)E7 A No santa-fé do galpão, sinais de algum picumãE7 A Tenteando a alma da prosa, e as garras do amanhãE7 A Maneando as mãos da saudade, pampeana dos milongueiosE7 A Lonqueio o pêlo do couro, pra um barbicacho campeiro (intro)E7 A Assim tordilho as melenas, mermando o pêso do corpoE7 A E afrouxo o pé no estribo, templando os ferro no potroE7 A E nunca entrego os pelegos, compondo algum parelheiroE7 A Na cancha reta da vida, dou trena, inflando o peitoE7 A Talvez num final de tarde, talvez num clarear de diaB7 E F#m7 G#m7 A E7 Eu deixe a porteira aberta, pro campo lamber a criaD A Talvez montado à capricho, talvez grudado nos bastos E7 A (bis) Batendo o laço na cola, com a soga quebrando o cacho (intro)
Firme Nos Bastos
José Claudio Machado
- A
- B7
- D
- E
- E7
- F#m7
- G#m7
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