Gineteada de Basto

José Claudio Machado

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Cavalo aporreado, puxa pro palanque
Aperta os basto num pelado sem pelego
Vai a rédea na argola do buçal
E uns lacaços fora do tempo

Tem gente fabricando aporreado
Monta duas, três vezes, abre a perna, sai de cima
Corta a cola, tira o toso
Depois, manhoso, manda incluir na tropilha

Nem sempre o ginete é domador
Ainda mais quando a coisa vai mal
Passa a mão no rabicho
E até na cabeça do basto

Ginete que se presa e se garante
Numa pegada pra cima
Se vai ao cogote do potro
Com os pés calçados no estribo

Cavalo aporreado, puxa pro palanque
Aperta os basto num pelado sem pelego
Vai a rédea na argola do buçal
E uns lacaço fora do tempo

Tem gente fabricando aporreado
Monta duas, três vezes, abre a perna e sai de cima
Corta a cola, tira o toso
Depois, manhoso, manda incluir na tropilha

Nem sempre o ginete é domador
Ainda mais quando a coisa vai mal
Passa a mão no rabicho
E até na cabeça do basto

Ginete que se presa e se garante
Numa pegada pra cima
Se vai ao cogote do potro
Com os pés calçado no estribo
Se vai ao cogote do potro
Com os pés calçado no estribo

Informações da música

Composição: Mauro Moraes

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