Intro: D7 Gm D7 Cm Gm D7 GmGm D7 Gm O índio pra ser gaudério tem que ter a vida abertaD7 Gm No momento do perigo dá um jeitinho e não se apertaG G7 C Nada de pago em pago e não tem morada certaG D7 G O Rio Grande é tua cama e o luar tua coberta.Gm D7 Gm Sempre tem uma chinoca para lhe fazer afagoD7 Gm E o que não deixa levar o viver de uma índio vagoG G7 C São as coisas de antanho que no pensamento tragoG D7 G Carinho, mulher e gaita e o encanto do meu pago.Gm D7 Gm Para afugentar a saudade a minha idéia eu destampoD7 Gm E saio longe de mim, num cerro alto me acampoG G7 C Solito dentro da noite contemplando os pirilamposG D7 G Que brincam de iluminar o pano verde do campoGm D7 Gm Sou assim como o minuano gaudério por excelênciaD7 Gm E na invernada dos anos vai morrendo a resistênciaG G7 C E na tropeada da vida não maltrato minha consciênciaG D7 G Quero morrer com a honra de gaudério da querência.
Gauderio
José Mendes
- C
- Cm
- D7
- G
- G7
- Gm
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