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Eu gosto do rio viajante Soy como el río viajero Que caminha pela vida que camina por la vida, quem está cantando na sua esteira que va cantando a su paso e beijar as costas, y besando las orillas, o que deixa o destino que se abandona a la suerte e sua sorte desbotada; y su suerte le marchita; Eu sou como o rio que flui soy como el río que pasa e morre a cada dia. y se muere día a día.

E eu sou o fruto da terra Y de la tierra soy fruto que cresceram com a seca, que creció con la sequía, que amadureceu entre os campos que maduró entre campos de trigo e azeitonas de trigales y de olivas e que habitavam nas alturas y que arraigó por las cumbres onde morrem diariamente; donde se mueren los días; Eu sou o fruto da minha terra yo de mi tierra soy fruto que cresceu com a seca. que creció con la sequía.

A minha alma anseia Tiene nostalgia mi alma de um tempo que passou de un tiempo que ya pasó e a tristeza que deixa y la tristeza que deja a solidão da despedida; la soledad del adiós; algumas vezes durante a noite a veces busca la noche para esconder sua dor, para ocultar su dolor, é tristeza e nostalgia tiene tristeza y nostalgia de solidão e amor. de soledad y de amor.

E eu abraço o vento, Y voy abrazando al viento, arrulho em sua denúncia, arrullándose en su queja, Eu estava cantando baixinho, le voy cantando bajito, Eu vou dizer um poema: le voy diciendo un poema: estamos passando vento que somos viento de paso Nós apreciamos a terra, que acariciamos la tierra, estradas que permanecem que se quedan los caminos e que os poetas morrem y que se mueran los poetas.

Eu sou de todos e de ninguém, Y soy de todos y nadie, de dores e alegrias; de penas y de alegrías; Eu estou entre aqueles que são silenciosos yo soy de aquellos que callan e eu sou daqueles que gritam. y soy de aquellos que gritan.

Informações da música

Composição: Iglesias Julio e Carmine Ewain

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