Metal Contra o Destino

Junão Miranda

Continua depois do anúncio

Há um peso nos ombros, um silêncio no olhar
Uma estrada sem fim que insiste em me levar
Os dias se repetem, mas nunca são iguais
O tempo é meu inimigo e os sonhos, catedrais

Cercado de dúvidas, procuro razões
O destino é cruel, mas eu tenho ambições
Eu sou meu próprio guerreiro, meu próprio algoz
Mesmo que o mundo insista em calar minha voz

Eu sou metal contra o destino
Cortando o vento, rasgando o infinito
Queimando as sombras, enfrentando o abismo
Eu sou metal, eu sou o grito

Lembrei dos caminhos que nunca escolhi
Dos amores perdidos, do que não vivi
As paredes me cercam, o teto é tão baixo
Mas meu coração não cede, é aço no cansaço

Nas curvas da vida, somos lâminas gastas
Cortando as mentiras que nos prendem às marcas
E mesmo feridos, seguimos a trilha
Pois a liberdade é a nossa armadilha

Eu sou metal contra o destino
Cortando o vento, rasgando o infinito
Queimando as sombras, enfrentando o abismo
Eu sou metal, eu sou o grito

Não temo a queda, não temo o fim
Pois cada cicatriz já faz parte de mim
O aço forjado no fogo e na dor
Carrega nos golpes o peso do amor

Eu sou metal contra o destino
Cortando o vento, rasgando o infinito
Queimando as sombras, enfrentando o abismo
Eu sou metal, eu sou o grito

Informações da música

Composição: Sergio Roberto Miranda Jr

Essa informação está errada?

Enviar revisão