Ser bestial ou não ser bestial, este é o osso. To beast or not to beast, that is the hueso.
(Sarampo, Mamãe, que isto é contagioso!) (Sarampión Mamá, que esto es contagioso!)
Vou porque aqui não se pode, Me voy porque acá no se puede, volto porque lá também não me vuelvo porque allá tampoco Vou porque aqui se me deve Me voy porque aquí se me debe, volto porque lá estão loucos me vuelvo porque allá están locos Sul ou não sul... Sur o no sur...
Vou porque aqui não me basta, Me voy porque aquí no me alcanza, volto porque não há esperança me vuelvo porque no hay esperanza Vou porque aqui se aproveitam Me voy porque aquí se aprovechan, volto porque lá sentem falta de mim me vuelvo porque allá me echan Sul ou não sul... Sur o no sur...
(Desculpe, a Embaixada da Itália?) (Disculpe, la embajada de Italia?)
Não sei por que acontece o que me acontece No sé por qué pasa lo que me pasa, talvez seja a velhice quizás sea la vejez Eu queria ficar aqui em minha casa Quisiera quedarme aquí en mi casa, mas já não sei qual é pero ya no sé cuál es
Sul... Sur...
(Ao porto!) (A babor!)
Não sei por que acontece o que me acontece, talvez seja minha infantilidade No sé por qué pasa lo que me pasa, quizás sea mi niñez Eu queria ficar aqui em minha casa, mas já não sei qual é... Quisiera quedarme aquí en mi casa, pero ya no sé cuál es... (Vou para a Embaixada, volto por não estar com visto) (Me voy para la embajada, me vuelvo por no estar visada Vou porque sou de cá, volto por ser um sudaca [sulamericano] Me voy porque soy de por acá, me vuelvo por ser un sudaca Malaya, que triste destino, ser o não ser um argelino Malaya, qué triste destino, ser o no ser un Argelino Malaya, que triste destino, ser ou não ser um marroquino...) Malaya, qué triste destino, ser o no ser un marraschino...) Sur o no sur. Sur o no sur.