Não há outro continente Keine fremden kontinente Sem uma reflexão silenciosa Keine stille reflektion Para aliviar a este anseio Lindert diese sehnsucht Ou mudar de tom Oder ändert ihren ton Sem chama flamejante Keine lodernden flammen E não o palácio de neve Und kein palast aus schnee Domando este abismo Zähmen diesen abgrund No dia em que eu me levanto An dem ich täglich steh

Em mim, bate um coração de vidro In mir schlägt ein herz aus glas Pois era a vontade dos deuses Denn es war der götter willen Portanto, agora não pode fazer nada e ninguém So vermag nun nichts und niemand Para satisfazer seu anseio Seine sehnsucht zu stillen Pois era a vontade dos deuses Denn es war der götter willen Sem gritar alto Keine lauten schreie Sem poesia silenciosa Keine stille poesie Exijo a força Zwingen das verlangen Basta ajoelhar um pouco Nur ein wenig in die knie

Não é o pico mais alto Nicht der höchste gipfel Não é o lago mais profundo Nicht der tiefste see São ameaçadores quanto o abismo Sind bedrohlich wie der abgrund No dia em que eu me levanto An dem ich täglich steh Insaciável, implacável Unersättlich, unerbittlich Requerer o coração para mais Verlangt das herz nach mehr Inacessível, impenetrável Unerreichbar, undurchdringlich E infinitamente difícil Und unendlich schwer

Insondável, impetuoso Unergründlich, ungestüm Tal como adicionalmente o mar Wie das weiter meer Monstro imensurável Ungeheuer, unermesslich Insuportavelmente pesado Unerträglich schwer

Informações da música

Composição: Sonja Kraushofer

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