Ah, eu já sei quando passou a hora Quando a chama brilhou no limite Quando o ontem já virou história E a memória me contou o que já vivi As virtudes se tornam meus vícios E meus vícios se tornam prisão E hoje eu passo meus dias sem medo Sem comédia, nem dor, nem paixão (Aah) (Ooh) (Aah) E hoje eu vivo a rotina do fraco Do que vive a fugir do leão Que vacila ao sinal de descaso Que se entrega a cada estação E os meus sonhos viraram mato E os meus ombros se cansam de mim Compromissos que viraram fardos Eu sou o Abel que carrega Caim (Aah) (Ooh) (Aah) E o zumbi não sabe o que quer Ele é cego, é surdo, é mudo, é besta Só lhe resta um gostinho ao fim Pois carrega um poquinho, um pouquinho de mim E o zumbi não sabe o que quer Ele é cego, é surdo, é mudo, é besta Só lhe resta um gostinho ao fim Pois carrega um poquinho, um pouquinho de mim E o zumbi não sabe o que quer E o zumbi não sabe o que quer E o zumbi não sabe o que quer E o zumbi não sabe o que quer E o zumbi não sabe o que quer E o zumbi não sabe o que quer (mas me escute aqui) E o zumbi não sabe o que quer (mas me escute aqui) E o zumbi não sabe o que quer (mas me escute aqui) E o zumbi não sabe o que quer (mas me escute aqui) E o zumbi não sabe o que quer (mas me escute aqui) E o zumbi não sabe o que quer (mas me escute aqui) E o zumbi não sabe o que quer