G Toda força desta vidaEm Vem da terra que palpitaD No seio do coraçãoC É seiva que vem do chãoC E se transforma em paixãoD7 C D7 C G Cicatrizando feridas Ahh ahah ah ah ahh ahahahahahG O pão que madruga os fornosEm Misturado ao apojoD7 Escorrido na mangueiraC Traz na seqüência dos diasC A verdade mais antigaAm Que o campo é a mesa do povoD7 C G Que o campo é a mesa do povoG D7 O braço que estende laçosG A força destes cavalosD7 É pasto verde, é aradoG Plantando o aço do corpoEm C É o sal das sangas do rostoAm D7 Junto aos rebentos semeadosEm C É o sal das sangas do rostoAm D7 Junto aos rebentos semeados [Intro]G Toda escassez que maltrataEm É injustiça que abarcaD Nos recintos do improviso Onde os senhores do vícioC Fazem planos e ofíciosD7 Com insensatez de gravataG A dor que mexe com a genteEm É que a cultura indigenteD Anda pedindo socorroC A terra morre de fomeAm C Pra alimentar sobrenomeD7 Que germinam inconseqüentesG D A coragem deste cantoG Surgiu aos olhos da terraD Como se ela criasseG A construção do poemaEm C E reclamasse suas penasAm D7 Porque todos vivem delaEm C E reclamasse suas penasAm D7 Porque todos vivem dela
Aos Olhos da Terra
Luiz Marenco
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