Gm7 Cm7
A mão campeira, que é o fio da faca
Gm7
Tirando uns tentos, mais ou menos grossos
Cm7
Cardal pra cima que dormiu na estaca
D
E acordou com a chaira, fazendo alvoroço
Gm7 Cm7
Cada tento forte, desquinado inteiro
D Gm7
Pelas mãos de jeito, de paciência e arte
(Cm7) Cm7 (Gm7)
Só depois com outro é que vai ser guerreiro
(D) D (Gm7)
Porque ainda solito, num tirão se parte
[Refrão]
Gm7 Cm7
Pelas mãos de campo, de dar tironaços
D Gm7
Na perícia antiga, que aprendeu com outros
Cm7 D#
Já passaram rédeas, barbicachos, laços
D Gm7
E cabrestos fortes que golpearam potros
Gm7 Cm7
É quase um romance, entre mãos e tentos
D Gm7
Um tento por baixo, outro vai por cima
Cm7 D#
Vai crescendo o laço, pra cantar nos ventos
D Gm7
Numa trança forte, mas com a mesma rima
Gm7 Cm7
Vai desde argola, quase doze braças
D Gm7
De corpo parelho pra encontrar a presilha
Cm7
Numa armada aberta é quase uma ameaça
D# D
Pela mão que firma mais quatro rodilhas
Gm7 Cm7
Pra tentear o laço e firmar a trança
D Gm7
Num pealo de longe, polvadeira erguida
(Cm7) (Gm7) Cm7
Feito um laço novo, tempo corre e corta
D D (Gm7)
E quando a argola solta, nos rebenta a vidaMais de 15 cursos com aulas exclusivas, materiais didáticos e exercícios por R$49,90/mês.
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