Milonga Abaixo de Mau Tempo

Luiz Marenco

  • B
  • D#m7
  • E
  • F#/A#
    4
  • F#7
  • G#m
    4
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Tom:
[Intro] B D#m7 E F#7
B D#m7 E F#7
E|---2--2-0-----2--2-0-----4--0-2-4-6-7-6---| B|-0--------4----------4-0------------------| G|------------3-----------------------------| D|------------------------------------------| A|------------------------------------------| E|------------------------------------------| E|---2--2-0-----2--2-0-----4--0-2-4-6-7-6---| B|-0--------4----------4-0------------------| G|------------3-----------------------------| D|------------------------------------------| A|------------------------------------------| E|------------------------------------------| E|------------------------------------------| B|-------4-5-7-9-11-12-11-12-16-------------| G|-3-4-6------------------------------------| D|------------------------------------------| A|------------------------------------------| E|------------------------------------------|
[Primeira Parte]
B E Coisa esquisita a gadaria toda
B Penando a dor do mango com o focinho n'água
E O campo alagado nos obriga à reza
F#7 B No ofício de quem leva pra enlutar as mágoas
E Olhar triste do gado atravessando o rio
B A baba dos cansados afogando a volta
E A manhã de quem berra no capão do mato
F#7 B F#/A# E o brabo de quem cerca repontando a tropa [Pré-Refrão]
G#m D#m7 Agarra amigo o laço enquanto o boi tá vivo
E A enchente anda danada molestando o pasto
F#7 A passo que descampa a pampa dos mil réis
G#m D#m7 E a bóia que se come retrucando o tempo
E Aparta no rodeio a solidão local
F#7 Pealando mal e mal o que a razão quiser [Refrão]
B D#m7 Amada me deu saudade
E Me fala que a égua tá prenha que o porco tá gordo
F#7 Que o baio anda solto que toda cuscada lá em casa comeu
B D#m7 Amada me deu saudade
E Me fala que a égua tá prenha que o porco tá gordo
F#7 Que o baio anda solto que toda cuscada lá em casa comeu
( B D#m7 E F#7 )
( B D#m7 E F#7 ) [Segunda Parte]
B E Coisa mais sem sorte esta peste medonha
B Curando os mais bichados deu febre no gado
E Não fosse a chuvarada se metendo a besta
F#7 B Traria mil cabeças com a bênção do pago
E Dei falta da santinha limpando os pessuelos
B E do terço de tento nas prece sinuelas
E Logo em seguidinha é semana santa
F#7 B F#/A# Vou cego pra barranca e só depois vou vê-la [Pré-Refrão]
G#m D#m7 Agarra amigo o laço enquanto o boi tá vivo
E A enchente anda danada molestando o pasto
F#7 A passo que descampa a pampa dos mil réis
G#m D#m7 E a bóia que se come retrucando o tempo
E Aparta no rodeio a solidão local
F#7 Pealando mal e mal o que a razão quiser [Refrão]
B D#m7 Amada me deu saudade
E Me fala que a égua tá prenha que o porco tá gordo
F#7 Que o baio anda solto que toda cuscada lá em casa comeu
B D#m7 Amada me deu saudade
E Me fala que a égua tá prenha que o porco tá gordo
F#7 Que o baio anda solto que toda cuscada lá em casa comeu
( B D#m7 E F#7 )
B Amada
  • B
  • D#m7
  • E
  • F#/A#
    4
  • F#7
  • G#m
    4
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