F#m7 B7 E C#7 F#m B7 E "Pra quem avista Ivituatã, numa manhã clara de sol A alma pampa aflora o campo, e tem pra si um momento santo Quem sabe ver-te, Ivituatã"E Se me estanciei, para viver contigoF#m E fiz abrigo em teu rancherioB7 É porque o vento, que te deu batismoE Por certo um dia, trazer-me o frio/Nas tuas tardes, vou matear silenteBm7 E7 A Pelas sombras largas do teu arvoredoE E quando a lua, repontar saudadesC#7 B7 F#m/E F#m B7 E Vou contar-te a linda, desses meus segredos/ BisC#7 F#m B7 E (Pra quem avista Ivituatã, numa manhã clara de solC#7 F#m B7 A alma pampa aflora o campo, e tem pra si um momento santoE Quem sabe ver-te, Ivituatã) Querência que vejo pra madrugadasF#m Deixar trançado o tento do meu rastroB7 O pôr do sol, destapar coxilhasE Quero ser forquilha, embodocar meus pastosC#7 F#m B7 E Quem sabe ver-te, Ivituatã)
Pra Quem Avista Ivituatã
Luiz Marenco
- A
- B7
- Bm7
- C#7
- E
- E7
- F#m
- F#m/E
- F#m7
Tom: