Intro: A E B B B A EE O campo é assim meus senhoresB Pedaço meu deste mundoA7+ Grama forquilha dobrandoB B7 Vinda de um solo fecundoG#m Extensão do meu viverF#m Razão e sobrevivênciaA Rancho, arvoredo e galpãoB B7 Que tem nome de QuerênciaA Até pode um dia dessesE Chegarem pra um mate buenoB B7 O rancho tem alma grandeE E7 Mesmo de barro e pequenoA Sombra mansa e prosa amigaE Se encontra bastante aindaB B7 Água clara de cacimbaE E7 Com gosto de boas vindas...B Cada rincão tem seu nomeE Cada lugar tem seu jeitoB B7 Minha querência é tamanhaE E7 Mas cabe dentro do peitoA Simplicidade nas coisasE Que me fazem mais felizB B7 Tem alma e barro meu ranchoE E7 Bem no sul deste paísA Simplicidade nas coisasE Que me fazem mais felizB B7 Tem alma e barro meu ranchoE E7 Bem no sul deste paísIntro: A E B B B Am EE É um olhar de quem ficaB Que me prende facilmenteA7+ Num rancho de frente lesteB B7 Com um baio á soga na frenteG#m Quando tomo mais um mateF#m E estendo a vida em reponteA Então entendo que a vidaB B7 É campo mais horizonteA Tenho a luz das madrugadasE Num coto escasso de velaB B7 E um sorriso mais lindoE E7 Do que as flores da janelaA Um motivo todo meuE Razão, talvez existênciaB B7 Num olhar que me abrigaE E7 Que tem nome de querênciaB Cada rincão tem seu nomeE Cada lugar tem seu jeitoB B7 Minha querência é tamanhaE E7 Mas cabe dentro do peitoA Simplicidade nas coisasE Que me fazem mais felizB B7 Tem alma e barro meu ranchoE E7 Bem no sul deste paísA Simplicidade nas coisasE Que me fazem mais felizB B7 Tem alma e barro meu ranchoE E7 Bem no sul deste paísB B7 Tem alma e barro meu ranchoE E7 Bem no sul deste paísIntro: A E B A E
Que Tem Nome de Querência
Luiz Marenco
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