Vaneira da Quitéria

Luiz Marenco

  • Am
  • C
  • G7
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Tom:
C G7 C Sou estradeiro pois nasci de alma gaudéria E hoje eu vou lá pra Quitéria pois conheço
G7 Bem o vau
(Am) (G7) Quebro o chapéu tranco o garrão e meto nojo Depois de beber um apojo no bolicho do C Bis Selau Herdei dos taitas este jeito campesino E por isso seu Ervalino sou assim e não me
G7 Abalo
(Am) (G7) Ando solito e não respeito rio cheio E onde eu me agrado eu me apeio do recau C Bis Do meu cavalo Int Minhas ânsias potras que não conhecem
Mangueira Escaramuçam na vaneira e pastam soltas só
G7 Por farra
(Am) (G7) Marcas gavionas com cordeonas de sinuelo Que ao cruzarem deixam pelos no alambrado C Bis Da guitarra Me criei solto e guardo a reverência séria Pois a alma da Quitéria sopra em mim e me
G7 Provoca
(Am) (G7) Trago na goela rumor de vento teatino E fui assim desde menino no costado do tio C Bis Zoca Int E eu largo sigo carregando a sina andeja Igual carqueja na orquestração
G7 Natural
(Am) (G7) Pois sem costeio muito tenho matreiriado C Bis Num boi barrado de rolar no banhadal Nos dias tristes minha alma deixa a matéria E voa livre pra Quitéria se estendendo no
G7 Repique
(Am) (G7) Eu sinto em mim a vibração que vem da terra E escuto um grito de guerra do meu tetra C Bis Avô cacique Int Mesmo distante eu lembro de ti contrito Meu campechano distrito que neste canto se
G7 Esvai
(Am) (G7) Estrela pampa perdida na imensidade Que alumbra minha saudade e adoça meu C Bis Sapucai Int
Informações da música

Composição: Luiz Marenco e José J. Sampaio Silva

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